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Sex, 5 Outubro 2018 17:38

Sinduscon-CE destaca o papel da Unifor na formação de profissionais para a construção civil

Chanceler Edson Queiroz Neto recebeu em nome da Universidade placa de homenagem pelos serviços prestados.


Homenagem a Unifor aconteceu no dia 5 de outubro. Foto: Ares Soares.
Homenagem a Unifor aconteceu no dia 5 de outubro. Foto: Ares Soares.

O Sindicato das Construtoras do Estado do Ceará (Sinduscon/CE) homenageou a Universidade de Fortaleza (Unifor) por seus relevantes serviços prestados à educação e à pesquisa e ao desenvolvimento das pessoas e da economia do Ceará e do Brasil. A entrega de placa de homenagem ao Chanceler da Unifor, Edson Queiroz Neto, foi feita pelo presidente do Sinduscon-CE, André Montenegro de Holanda, nesta sexta-feira, 5 de outubro, no Teatro do RioMar Fortaleza, durante a terceira edição do Inovaconstruir Experience 2018. O evento foi realizado dias 4 e 5 e apresentou cases internacionais de inovação tecnológica e de gestão na construção civil.

Em seu pronunciamento, o presidente do Sinduscon-CE destacou a qualidade de ensino da Unifor e a sua importância na formação de mão de obra especializada para a construção civil. “Nós, empresários, somos gratos à Unifor pela formação de profissionais de ato nível para a cadeia produtiva da construção civil no Ceará e no Brasil. E não me refiro apenas a engenheiros e arquitetos, mas também a outras profissões, como, por exemplo, administração de empresas”, afirmou. Em seguida, fez questão de dar um depoimento pessoal: “eu posso atestar essa qualidade não só em minha empresa e na construção civil mas também em minha família, afinal, meus quatro filhos estudam ou estudaram na Unifor”. Os filhos Ingrid e Felipe concluíram, respectivamente, medicina e engenharia civil na Unifor. Já as filhas Catarina e Beatriz estudam arquitetura.

O chanceler Edson Queiroz Neto agradeceu a homenagem do Sinduscon-CE em nome da Universidade de Fortaleza, lembrando que, dos mais de 90 mil graduados em 45 anos de história da Unifor, cerca de 10 mil saíram dos cursos de engenheria. “São profissionais que hoje contribuem para o desenvolvimento do Ceará e do Brasil. Vamos continuar intensificando a melhoria do nosso ensino por meio de pesquisas, em busca de soluções para a nossa sociedade e para a construção civil, em particular”, ressaltou.

“O Inovaconstruir foi criado há três anos para proporcionar o intercâmbio dos players nacionais do setor da construção com as mais modernas técnicas construtivas em destaque no mundo, disseminar a adoção de práticas inovadoras e, assim, promover a modernização da indústria da construção brasileira”, afirma o presidente do Sinduscon-CE, André Montenegro de Holanda.

Nas duas primeiras edições, o Inovaconstruir Experience reuniu mais de 1,2 mil participantes de todo o país, todos envolvidos com uma agenda positiva e propositiva em prol de novas soluções para a construção civil. O Inovaconstruir é o maior evento de inovação destinado a todos os profissionais do setor da construção civil, empresários, estudantes, pesquisadores, startups, fornecedores e investidores.

“O Sindicato das Construtoras do Estado do Ceará (Sinduscon-CE) congratula a Universidade de Fortaleza por seus 45 anos de dedicação ao ensino, à pesquisa e à extensão. O Sinduscon-CE acredita que, ao valorizar a inovação e a ciência, a Unifor cumpre com um compromisso fundamental para o desenvolvimento do Ceará: transformar a vida de milhares de pessoas por intermédio da educação”

(Texto da placa de homenagem do Sinduscon-CE à Unifor)

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.