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Sex, 29 Junho 2018 18:41

Unifor Online adquire novo design e funcionalidades

O acesso estará disponível para alunos, professores e funcionários a partir de 1º de julho. Em função da mudança, o sistema estará indisponível no sábado, dia 30 de junho.


Depois de mudar por completo o seu site oficial no início de 2018, a Universidade de Fortaleza dá cara nova a mais uma ferramenta de comunicação: o Unifor Online. O ambiente virtual interno da Universidade se espelha na infraestrutura dos gigantes do mercado na área de tecnologia, com design responsivo e acessível para o público interno da Unifor. 

Entre as novidades estão: uso de inteligência artificial, rapidez, sistema integrado entre as plataformas e aplicativos, funções exclusivas para cada tipo de usuário (professores, funcionários e alunos), novo ambiente e design para os ‘torpedos’ e a ferramenta de ‘discussão’, além de atualização da arquitetura a fim de aumentar a carga total de recursos utilizados e disponíveis. 

O gerente do Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação (NATI), José Raimundo, informa que o trabalho envolveu praticamente toda a equipe do NATI. “O principal objetivo desse novo projeto é promover o ganho de produtividade, tanto aquela que as novas tecnologias de desenvolvimento geram para a equipe do NATI, como a produtividade do usuário final desses sistemas”, explica. 

Para a comunidade acadêmica, abre-se a possibilidade de uma série de inovações, algumas das quais já haviam sido liberadas, como foi o caso da matrícula, disponibilizada via dispositivos móveis, tendo sido um grande sucesso em sua última edição. “A interoperabilidade, integração, personalização, colaboração, acessibilidade e design foram preocupações constantes e permearam todo o processo”, ressalta José Raimundo.

Algumas das novas funcionalidades do Unifor Online estarão disponíveis a partir de 1° de julho, outras estarão disponíveis gradativamente no decorrer do período letivo 2018.2. Segundo José Raimundo, as diversas melhorias estruturais e funcionais atenderão maior número de usuários, com melhor experiência de navegação e visão integrada mais forte de toda a suíte de ferramentas que compõem o Sistema Acadêmico. “Como a nova ferramenta, oferecemos aos nossos públicos-alvo uma sensação de continuidade mesmo nos apps desenvolvidos para as plataformas Android e IOS”, complementa. 

Antônio Roosevelt, diretor de Tecnologia da Informação da Unifor, ressalta que a reformulação do Unifor Online se tornou necessária depois da mudança do portal da Universidade. “Foi preciso igualar e atualizar o Sistema Acadêmico para que se tornasse mais leve e atraente. Vale ressaltar que ainda são necessários ajustes e que contamos com a colaboração dos usuários, assim como, da sua análise crítica para implementarmos possíveis correções durante todo o mês das férias”, destaca.

O diretor garante que os usuários terão uma surpresa ao comparar com o antigo modelo: “Além de muito mais moderno, em termos de design e visibilidade, o Unifor Online é uma ferramenta que também é para ser vista como atraente e leve para quem for acessar, com uma visão melhor e um layout mais bonito”, declara.
 

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.