angle-left Concurso de Monografias “O Cearense 2018” premiará universitários de todo o Brasil

Seg, 5 Março 2018 16:50

Concurso de Monografias “O Cearense 2018” premiará universitários de todo o Brasil

Alunos devem fazer ensaio sobre livro de Parsifal Barroso. Serão distribuídos R$ 18 mil reais aos três primeiros lugares. Inscrições até 27 de março.


Solenidade de lançamento do Concurso de monografias “O Cearense 2018” (Foto: Natinho Rodrigues/ Diário do Nordeste)
Solenidade de lançamento do Concurso de monografias “O Cearense 2018” (Foto: Natinho Rodrigues/ Diário do Nordeste)

Em mais uma iniciativa de resgate da cultura e da memória histórica de personalidades cearenses, o Instituto Myra Eliane, entidade sem fins lucrativos voltada para a área da educação, lançou, em parceria com a Universidade Federal do Ceará, o Concurso de Monografias “O Cearense 2018 — uma releitura da obra clássica de Parsifal Barroso”

A premiação é destinada aos estudantes matriculados em cursos superiores da rede pública ou privada em todo território brasileiro, que devem fazer monografia no estilo ensaio com referências e abordagens de aspectos do livro “O Cearense”, de Parsifal Barroso. Os autores das três melhores monografias receberão os seguintes prêmios: 1º  lugar – R$ 10 mil e um iPhone; 2º lugar – R$ 5 mil e um notebook; e 3º  lugar – R$ 3 mil e um iPad.

“Com esse concurso, queremos estimular o talento de universitários e pesquisadores nos campos da história, sociologia e antropologia e, ao mesmo tempo, homenagear o intelectual e ex-governador do Ceará José Parsifal Barroso, que, em seu livro ‘O Cearense’, de 1969, lançou o conceito de Cearensidade”, justifica o empresário Igor Queiroz Barroso. 

As inscrições de monografias estão abertas até 27 de março de 2018, podendo participar universitários de qualquer universidade do Brasil, públicas ou privadas. A inscrição no concurso só será efetivada com o envio do material, que deverá ser encaminhado até 30 de maio de 2018 via internet (respondendo ao e-mail que será enviado após a inscrição no site). Uma cópia impressa deverá ser enviada ao Instituto Myra Eliane (avenida Desembargador Moreira, 2120 - Aldeota, Fortaleza - CE). 

A solenidade de lançamento do concurso foi prestigiada pela reitora da Universidade de Fortaleza, professora Fátima Veras, pelo presidente da Academia Cearense de Letras, Ubiratan Aguiar, pela diretora do Instituto Myra Queiroz, Valéria Serpa, pelo superintendente do Diário do Nordeste, Pádua Lopes, pelo diretor-editor do Diário do Nordeste, Ildefonso Rodrigues, pelo chefe de gabinete do reitor, professor José Maria de Sales Andrade Neto, pelo diretor das Edições UFC, professor Cláudio Guimarães, pelo diretor da Imprensa Universitária, Joaquim Melo de Albuquerque, pelo professor Luís Sérgio Santos, do Curso de Jornalismo da UFC, responsável pela coordenação editorial da reedição do livro O cearense, além de jornalistas e convidados. 

Sobre o Instituto Myra Eliane

O Instituto Myra Eliane surgiu em 2016 com base em Fortaleza (CE) com a inspiração de contribuir para um amanhã melhor para as crianças. Com o papel de fomentar a construção de creches-escolas, oferecer estrutura pedagógica por meio de sua franquia social e disseminar valores humanos, o Instituto Myra Eliane presta homenagem a essa cearense com forte conexão espiritual com tudo que a cercava e que sempre acreditou numa melhor compreensão do mundo através da arte e da educação.

Mais informações

http://ocearense.com | (85) 3051.3680

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.