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Qui, 12 Setembro 2019 15:19

Confira os próximos eventos esportivos da Universidade de Fortaleza

Com o objetivo de estimular a prática esportiva, a programação reúne competições, campeonatos e aula gratuita


A Universidade de Fortaleza entende o esporte como ferramenta essencial para a formação do indivíduo, sendo uma prática que alia momentos de aprendizagem, lazer e saúde. Foto: Ares Soares.
A Universidade de Fortaleza entende o esporte como ferramenta essencial para a formação do indivíduo, sendo uma prática que alia momentos de aprendizagem, lazer e saúde. Foto: Ares Soares.

A Universidade de Fortaleza entende o esporte como ferramenta essencial para a formação do indivíduo, sendo uma prática que alia momentos de aprendizagem, lazer e saúde. Com o objetivo de fomentar esse constante aprendizado, confira os próximos eventos esportivos que acontecem no mês de setembro na Universidade.

Jogos Universitários Brasileiros de Atletismo

Os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) de atletismo já possuem data marcada para realização dos jogos. De 12 a 15 de setembro, a Universidade de Fortaleza será a sede da competição, que contará com 269 atletas de 25 Federações.

A organização do evento é realizada pela Confederação Brasileira de Desporto Universitário. A competição é aberta ao público e acontece nos dias 13 e 14 de setembro e ocorre de 14h às 20h30 no primeiro dia e 14h às 21h no segundo dia. Confira a seguir as provas a serem disputadas e suas modalidades. 

  • Corridas rasas:
    Ambos os naipes - 100, 200, 400, 800, 1.500, 5.000 e 10.000 metros;
  • Corridas com obstáculos:
    Ambos os naipes - 3.000 metros;
  • Corridas com barreiras:
    Feminino: 100 metros – altura 0,840 metros, 400 metros - altura 0,762 metros;
    Masculino: 110 metros – altura 1,067 metros, 400 metros - altura 0,914 metros;
  • Marcha Atlética:
    Feminino: 5.000 metros
    Masculino: 10.000 metros
  • Revezamentos:
    Ambos os naipes - 4x100 metros e 4x400 metros
  • Saltos:
    Ambos os naipes – Altura, Distância, Triplo e Vara
  • Arremessos e Lançamentos:
    Feminino: Peso (4,0kg), Dardo (600g), Disco (1 kg), Martelo (4 kg)
    Masculino: Peso (7,260kg), Dardo (800g), Disco (2 kg), Martelo (7,260 kg)
  • Combinadas:
    Feminino: Heptatlo
    Masculino: Decatlo

Jogos de Verão

Quem tem talento para o esporte e é aluno da Universidade de Fortaleza está convidado a participar dos Jogos de Praia. O evento é destinado a todos os centros.

O torneio de praia será realizado aos sábados, nos dias 21 e 28 de setembro, de 8h às 17h, na Barraca Santa Praia (Praia do Futuro).

Ao todo são oito modalidades a serem disputadas: Futevôlei Masculino (Dupla) ; Futevôlei Feminino (Dupla); Vôlei de Praia (Quarteto Misto); Beach Tênis Masculino (Dupla); Beach Tênis Feminino (Dupla); Beach Tênis (Dupla Mista); Beach Soccer Masculino; Beach Soccer Feminino.

As inscrições online e podem ser confirmadas entre os dias 2 e 18 de setembro. O número de equipes por modalidade é limitado. Qualquer aluno regularmente matriculado na Universidade de Fortaleza poderá participar. As equipes deverão ser compostas por alunos do mesmo Centro de Ciências. Não será permitida a participação de alunos de outras instituições. Os professores também estão aptos a participar

Campeonato Brasileiro Caixa de Atletismo Sub-16

O Estádio de Atletismo recebe, de 20 a 22 de setembro, o Campeonato Brasileiro Caixa de Atletismo Sub-16, organizado pela Confederação Brasileira de Atletismo – CBAt em parceria com a Federação Cearense de Atletismo – FCAt. A competição reunirá atletas entre 13 e 15 anos, a serem completados ainda em 2019. As provas se dividem entre: 

Masculino

  • Corridas rasas: 75, 250 e 1.000 metros;
  • Corridas com barreiras: 100 metros (altura de 0,848m) e 300 metros (com altura de 0,762m);
  • Corrida com obstáculos: 1.000 metros (altura de 0,762m);
  • Revezamento: 4x75m;
  • Marcha Atlética: 5.000 metros;
  • Arremesso/Lançamentos: Peso (4kg), Disco (1kg), Dardo (600g) e Martelo (4kg)
  • Saltos: Altura, Distância, Triplo (tábua a 9 metros) e Vara;
  • Prova combinada: Pentatlo: 100m c/bar. – Altura - Peso - Distância – 800m.

Feminino

  • Corridas rasas: 75, 250 e 1.000 metros;
  • Corridas com barreiras: 80 metros (altura de 0,762m) e 300 metros (altura de 0.76m);
  • Corrida com obstáculos: 1.000 metros (altura de 0,762m);
  • Revezamento: 4x75m;
  • Marcha Atlética: 3.000 metros;
  • Arremesso/Lançamentos: Peso (3kg) , Disco (750g), Dardo (500g) e Martelo (3kg);
  • Saltos: Altura, Distância, Triplo (tábua a 7 metros) e Vara.;
  • Prova combinada: Pentatlo: 80m c/bar. - Altura – Peso - Distância – 800m.

Aquece Jump

Com o objetivo de aumentar a pluralidade de exercícios utilizados para o aquecimento pré-treino, a Academia da Universidade de Fortaleza desenvolveu o projeto Aquece Jump para diversificar as práticas que antecedem o treino. O primeiro momento do Aquece Jump acontecerá dia 17/09, terça-feira, às 17h na sala multifuncional e será comandado pelo professor Diego Sousa. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas gratuitamente na recepção da Academia.

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.