Feira de Profissões Unifor

Jovens posam para foto atrás de banner com desenhos de profissionais aparecendo apenas o rosto

Jovens relatam cases de sucesso

A Unifor traz a Fortaleza três jovens para falar de suas experiências educacionais, durante a Feira de Profissões 2019. Apesar da pouca idade, eles conseguiram sucesso em suas áreas de estudo. E vão relatar seus cases para alunos de ensino médio, dias 3 e 4 de maio, no Campus da Unifor.

Advogado mais jovem do Brasil

Aos 18 anos, idade em que a maioria dos jovens está terminando o ensino médio, Mateus Costa Ribeiro tornou-se o advogado mais jovem do Brasil. Ingressou na Universidade de Brasília (UnB) aos 14 anos, quando ainda estava na metade do 9º ano do Ensino Fundamental.

Uma liminar permitiu a matrícula de Mateus no curso de Direito. Em 24 horas, Mateus fez as provas de todas as matérias do ensino médio para concluir a etapa num curso supletivo. Poucos meses depois de receber a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), um novo feito: foi o advogado mais jovem do Brasil a fazer uma sustentação no Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, é mestrando em Direito, também pela UnB.

Em vez de cadernos, post-its

Aprovado num dos vestibulares mais concorridos do Brasil, do curso de medicina da Universidade de São Paulo (USP), Gabriel Mattucci criou um método inusitado para dar conta do grande volume de conteúdos exigidos para o exame. Redigiu resumos e mapas mentais das matérias em post-its, aquelas folhinhas adesivas que ele colava na parede do quarto, formando um grande mural amarelo.

Além disso, trabalhou as matérias em que tinha mais dificuldade resolvendo questões da própria banca examinadora do vestibular, a Fuvest, desde 1977. Além da vaga em medicina na USP, Gabriel foi o primeiro colocado no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) da USP de Bauru, no interior de São Paulo.

Aluno de robótica nos EUA

Desde criança, Matheus Tomoto tinha um sonho: tornar-se cientista. Em casa, gostava de mexer em aparelhos eletrônicos para saber como os objetos funcionavam. Depois de um problema familiar, Tomoto, como muitos jovens de sua idade e condição financeira, teve que trabalhar. Dos 12 aos 16 anos, trabalhou em uma oficina mecânica. Foi quando a paixão por máquinas cresceu e se fortaleceu. 

Soube ir atrás das oportunidades e conseguiu uma graduação sanduíche — tendo aprendido inglês em três meses para passar no exame de proficiência da língua. Dividiu os estudos de Engenharia Robótica entre o Brasil e os Estados Unidos, a mesma instituição que formou o astronauta Neil Armstrong, além de trabalhar no prestigiado Massachusetts Institute of Technology (MIT).

 

Programação

3 de maio (sexta-feira)

  • 9h
  • Teatro Celina Queiroz
  • Bate-papo com Mateus Costa
  • Tema: “Os atuais desafios da carreira jurídica”

 

  • 10h
  • Teatro Celina Queiroz
  • Bate-papo com Matheus Tomoto
  • Tema: “Carreira tecnológica: da periferia a Harvard”

 

4 de maio (sábado)

  • 10h30
  • Teatro Celina Queiroz
  • Tema: Experiências para escolher o Futuro
  • Gabriel Mattucci e o uso de post-its como método de aprendizagem
  • Professora Roberta Cavalcante, psicóloga especialista em orientação profissional
  • Lilia Porto, economista e idealizadora e curadora do Futuro das Coisas
     
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