Seg, 11 Junho 2018 13:51

Alunos da Pós-Unifor desenvolvem projetos de impacto social

Engajados e de acordo com o lema da Pós-Unifor, Líderes que Transformam realizam trabalhos que mudam a realidade de muitas pessoas


Aluno Felipe Sousa, do Doutorado em Biotecnologia (Renorbio)
Aluno Felipe Sousa, do Doutorado em Biotecnologia (Renorbio)

Os alunos de Pós-graduação da Universidade de Fortaleza, seja de Especialização/MBA ou de Mestrado/Doutorado, são sempre estimulados a identificar e desenvolver soluções para problemas, sejam em âmbito local, regional, nacional e até internacional.

“Com o propósito de impactar positivamente a sociedade por meio da proposição de soluções para problemas reais, a Unifor se inspirou em instituições de renome internacional para idealizar o seu próprio modelo de ensino, orientado a formar líderes que transformam”, salienta a professora Lília Sales, vice-reitora de Pós-Graduação da Unifor.

Assim, os alunos se comprometem com valores coletivos, para além de seus interesses e necessidades individuais, realizando a efetiva transformação positiva em si e no outro, cooperando e fomentando o empoderamento humano e, de fato, liderando para transformar. Confira a seguir um dos projetos desenvolvidos por alunos da Pós-Unifor a partir dessa concepção de aprendizagem.

Gel acelera processo de cicatrização

Ao constatar que uma considerável parcela da população sofre com problemas de cicatrização, a exemplo dos diabéticos, o aluno Felipe Sousa, do Doutorado em Biotecnologia (Renorbio), desenvolveu um gel à base da semente da fruta-pão e da flor-de-pavão, que busca acelerar esse processo. A pesquisa foi liderada pelo aluno em parceria com a professora Ana Cristina Moreira, com os testes realizados no Núcleo de Biologia Experimental da Unifor (Nubex).

“Os investimentos feitos em pesquisa na Unifor têm levado ao fomento de várias descobertas que podem ter forte impacto para sociedade. Sem esse suporte não há como caminhar na ciência. Vale lembrar que todos esses investimentos são a longo prazo, e que só agora começamos a colher frutos de trabalhos que começaram há alguns anos”, explica Felipe.