angle-left Alunos da Unifor realizarão estágio supervisionado na UPA Yolanda Queiroz

Sex, 1 Junho 2018 17:21

Alunos da Unifor realizarão estágio supervisionado na UPA Yolanda Queiroz

Nova Unidade de Pronto Atendimento Yolanda Queiroz (UPA-24h), inaugurada no Dendê, bairro Edson Queiroz (Foto: Ares Soares)
Nova Unidade de Pronto Atendimento Yolanda Queiroz (UPA-24h), inaugurada no Dendê, bairro Edson Queiroz (Foto: Ares Soares)

A Prefeitura de Fortaleza e a Fundação Edson Queiroz assinaram, no dia 1º de junho, convênio estendendo para a Unidade de Pronto Atendimento Yolanda Queiroz a parceria na área de saúde já existente entre as duas instituições. Pelo convênio, alunos dos cursos do Centro de Ciências da Saúde da Unifor realizarão estágios supervisionados na nova unidade de urgência e emergência do município, inaugurada em terreno de 4 mil m2 doado pela Fundação Edson Queiroz no Dendê.

A solenidade de inauguração contou com a presença do prefeito Roberto Cláudio, do governador Camilo Santana, do empresário Igor Queiroz e da reitora Fátima Veras, além de vice-reitores, diretores, professores e alunos da Unifor, secretários municipais e estaduais, deputados, vereadores, líderes comunitários e população do Dendê, principal beneficiada da UPA Yolanda Queiroz.

Em seu discurso, o prefeito Roberto Cláudio destacou a parceria do município de Fortaleza e a Unifor, fortalecida ao longo dos anos com a prestação de serviços gratuitos para a população em equipamentos mantidos pela universidade, como o Núcleo de Atenção Médica Integrada (NAMI) e as clínicas odontológicas.

“Por muito tempo, a Unifor exerceu no bairro Edson Queiroz o papel do Governo do Estado e da Prefeitura de Fortaleza, ao prestar serviços médicos, educacionais e culturais à comunidade do Dendê e adjacências. Por isso, nada mais justa essa homenagem à dona Yolanda Queiroz, que soube dar continuidade ao legado de seu marido, o empresário Edson Queiroz”, ressaltou Roberto Cláudio.

Segundo ele, a Unifor, mantida pela Fundação Edson Queiroz, é exemplo para o País, não só pela formação de profissionais de reconhecida qualidade, mas também pela sua contribuição no desenvolvimento econômico do Estado e pela realização de pesquisas em diversas áreas do conhecimento. “Além, é claro, de suas inúmeras ações de responsabilidade social, como a Escola de Aplicação Yolanda Queiroz, que atende crianças e jovens da comunidade do Dendê, e o NAMI, entre outros programas”, salientou.

O prefeito informou que a UPA Yolanda Queiroz funcionará 24 horas por dia, todos os dias da semana, com nove médicos, sendo cinco clínicos gerais e quatro pediatras. “Graças à parceria com a Unifor, ampliaremos essa equipe de atendimento com professores e alunos da universidade. Isso com certeza transformará a UPA Yolanda Queiroz numa das melhores unidades de urgência e emergência do Ceará”, pontuou. Segundo ele, a inauguração da UPA do Dendê, a 12ª de Fortaleza, vai contribuir para diminuir a pressão por atendimento em hospitais e postos de saúde da rede pública. 

O empresário Igor Queiroz agradeceu em nome da família a homenagem e lembrou em seu discurso a trajetória de sucesso de Edson Queiroz e dona Yolanda Queiroz que tanto contribuíram para o desenvolvimento socioeconômico do Ceará e do Brasil, por meio da geração de empregos e renda e de profissionais de reconhecida competência. “A Unifor é o principal legado da Fundação Edson Queiroz para o Brasil, por tudo o que ela realiza em prol da população cearense”, afirmou, acrescentando que por isso a universidade é hoje referência nacional. Igor Queiroz declarou ainda que dona Yolanda Queiroz, “por sua estrutura e leveza, por ser rocha e flor ao mesmo tempo, certamente era merecedora da homenagem”. Ele também lembrou o chanceler Airton Queiroz, responsável pela doação do terreno de 4 mil m2, em junho de 2016, e um dos principais impulsionadores da Unifor.

Funcionamento da UPA

O funcionamento das UPAs acontece sete dias por semana, 24 horas por dia, prestando atendimento de urgência e emergência de baixa e média complexidade, sem agendamento. Os usuários são acolhidos e classificados conforme a gravidade do caso, seguindo o protocolo de Manchester, que orienta a utilização das cores vermelha, laranja, amarela, verde e azul para organizar a prioridade dos atendimentos. Após a classificação, o usuário é direcionado ao médico. Entre os atendimentos realizados nas UPAs, 98% dos casos são solucionados na própria unidade.

A população pode procurar as UPAs quando apresentarem dores de cabeça forte, dores no peito, dores nas costas, falta de ar, vômito com sangue, queda com desmaio, convulsão, formigamento no rosto (boca torta), engasgo (adultos e crianças), crise dos nervos, sangramento sem motivo, desmaios, envenenamento, overdose, ferimento e cortes simples ou queimaduras.

Serviço

UPA Yolanda Queiroz
Horário de funcionamento: 24 horas/dia, de segunda a domingo
Local: Avenida do Contorno s/n – Dendê (ao lado da Unifor, entre o Bloco Z e o Tribunal de Contas da União)

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.