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Seg, 16 Setembro 2019 09:06

Conheça as Revistas Científicas da Universidade de Fortaleza

A Universidade conta com 6 periódicos que fomentam a pesquisa científica e, atualmente, se destacam por suas diversas bases de indexação nacionais e internacionais


A Universidade de Fortaleza possui 6 revistas científicas que apresentam pontualidade e periodicidade em suas publicações. Foto: Ares Soares.
A Universidade de Fortaleza possui 6 revistas científicas que apresentam pontualidade e periodicidade em suas publicações. Foto: Ares Soares.

A Universidade de Fortaleza possui 6 revistas científicas que apresentam pontualidade e periodicidade em suas publicações. Com edições anuais e uma longa tradição, esses periódicos estão indexados em diversas bases nacionais e internacionais. Todas as publicações são de acesso digital aberto, via sistema Open Journal Systems (OJS), no Portal de Periódicos da Unifor, seguindo o princípio de disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público.

Com espaço para múltiplas áreas de conhecimento, essas revistas impulsionam a pesquisa e estão comprometidas com a divulgação de trabalhos de alta qualidade, fato que tem correlação com o número de indexadores conquistados por cada periódico.    

  • Pensar - Revista de Ciências Jurídicas 

A Pensar – Revista de Ciências Jurídicas foi fundada pelo Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da Unifor, no ano de 1992. Tem conduzido relevantes discussões científicas seja no campo do Direito ou das disciplinas afins, em conformidade com a linha editorial. Destina-se à divulgação de artigos científicos, resultados de pesquisa, ensaios, traduções e resenhas mediante publicação trimestral, sob versão digital de acesso livre no portal de revistas eletrônicas da Unifor (https://periodicos.unifor.br/rpen)

 

É avaliada no estrato A1 pela Comissão QUALIS/CAPES (2017) e inscrita em 10 indexadores, com destaque para: DOAJ (Directory of Open Access Journals), Latindex (Sistema Regional de Informação em Linha para Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal), IBICT Oasisbr (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia), CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e Diadorim ( Diretório de políticas editoriais das revistas científicas brasileiras).

Contato 
Editores Chefes: Joyceane Bezerra de Menezes / Gustavo Raposo Pereira Feitosa
Sala Z41
(85) 3477.3037
revistapensar@unifor.br

  • Revista Brasileira em Promoção da Saúde 

A Revista Brasileira em Promoção da Saúde (RBPS) foi fundada em 1984 e baseia-se na Promoção da Saúde, contemplando políticas públicas, ambientes saudáveis, capacitação comunitária, desenvolvimento de habilidades individuais e coletivas e reorientação de serviços de saúde. Tem como missão fomentar o desenvolvimento da Promoção da Saúde/Saúde Coletiva por meio da publicação científica advinda de ações e pesquisas de relevância e correlação com estas áreas. A RBPS publica artigos originais, artigos de revisão e descrição de experiências. A publicação é bilíngue com acesso aberto no Portal de Periódicos da Unifor (https://periodicos.unifor.br/RBPS). 

A Revista é avaliada pela Comissão QUALIS/CAPES como B1 e está inscrita em 22 indexadores, com destaque para: DOAJ (Directory of Open Access Journals), Redalyc.org (Rede de Revistas Científicas da América Latina e Caribe, Espanha e Portugal), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), Elsevier, Bioline International e EBSCOhost.

Contato 
Editora Chefe: Paula Borges Jacques
Sala H07
(85) 3477.3805

rbps@unifor.br

  • Revista Ciências Administrativas (RCA)

A Revista Ciências Administrativas (RCA) nasceu em 1998 com publicação anual, sendo um veículo de divulgação científica do Centro de Ciências da Comunicação e Gestão (CCG) da Universidade de Fortaleza (Unifor). Ela congrega os assuntos dos cursos de Administração, Contabilidade, Turismo, Comércio Exterior e Economia e está alinhada ao Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas (PPGA), cujas linhas de pesquisa (Estratégias Organizacionais e Estudos Socioambientais) refletem as áreas de interesse maior da revista. 

É dedicada à divulgação de artigos teórico-empíricos, ensaios e casos de ensino. A RCA é avaliada pela CAPES como B2 (Qualis 2016) e a partir de 2017 iniciou publicação quadrimestral, com acesso disponível no Portal de Periódicos da Unifor (https://periodicos.unifor.br/rca)

​​​​​​​A Revista está em 12 indexadores, com destaque para: Redalyc.org (Rede de Revistas Científicas da América Latina e Caribe, Espanha e Portugal), Redib (Rede Iberoamerica de Inovação e Conhecimento Científico), DOI (Digital Object Identifier), Latindex (Sistema Regional de Informação em Linha para Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal),  DOAJ (Directory of Open Access Journals) e  EBSCOhost.

Contato 
Editora Chefe: Marina Dantas de Figueiredo 
Sala E13
(85) 3477.3230
revcca@unifor.br

  • Revista de Humanidades

A Revista de Humanidades, fundada em 1984, tem por missão divulgar o conhecimento científico na área das Ciências Humanas e Sociais. Consolida-se como órgão oficial de publicação do Centro de Ciências da Comunicação e da Gestão (CCG), com periodicidade semestral e acesso livre pelo Portal de Periódicos da Unifor (https://periodicos.unifor.br/rh)

​​​​​​​ Está inserida nas bases de indexação Latindex (Sistema Regional de Informação em Linha para Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal) e Sumários.org. 

Contato
Editor Chefe: Robson Luis Batista Ramos 
Sala Q03
(85) 3477.3221
rhumanidadesunifor@gmail.com

  • Revista Subjetividades

A Revista Subjetividades é uma publicação do programa de Pós-Graduação em Psicologia da Unifor e tem por objetivo expandir a produção acadêmica e científica, nacional e internacional, das diversas áreas da psicologia, bem como de disciplinas afins (ciências sociais, humanas e da saúde). Com periodicidade quadrimestral, a Revista Subjetividades apresenta os resultados de investigações, ensaios, comunicações e resenhas. 

Disponível para acesso pelo Portal de Periódicos da Unifor (https://periodicos.unifor.br/rmes), a Revista está em 11 indexadores, com destaque para: Redalyc.org (Rede de Revistas Científicas da América Latina e Caribe, Espanha e Portugal), Cambridge Scientific Abstracts, DOAJ (Directory of Open Access Journals), CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e PePSIC (Periódicos Eletrônicos de Psicologia).

Contato
Editora Chefe: Regina Heloisa Maciel
Sala N39
(85) 3477.3446
revistasubjetividades@gmail.com

  • Revista Tecnologia 

A Revista Tecnologia, criada em 1980, tem como objetivo publicar artigos originais e inéditos no campo das Ciências Tecnológicas Aplicadas e Inovação. Entre as revistas científicas da Unifor é a mais antiga em atuação, sendo a primeira a ser criada, e estando em sua 40º edição. 

É avaliada como B3 pela Comissão QUALIS/CAPES (2019) e inscrita em 7 indexadores, com destaque para: CiteFactor, IBICT Oasisbr (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia), DOAJ (Directory of Open Access Journals) e mais recentemente, em uma grande conquista, a base de indexação internacional Redib (Rede Iberoamericana de Inovação e Conhecimento Científico). A publicação é semestral, com acesso livre pelo Portal de Periódicos da Unifor (https://periodicos.unifor.br/tec)

Contato
Editora Chefe: Márcia Thelma Rios Donato Marino
Sala J21
(85) 3477.3141/ 3337

revistatecnologia@unifor.br

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.