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Qua, 13 Novembro 2019 12:11

Se Link: conheça a nova ferramenta criativa que leva informações da Universidade

A iniciativa conecta, de forma simples e interativa, alunos, professores e funcionários às notícias do campus


Informar com eficiência é um dos pilares da Universidade de Fortaleza, que investe em diversos canais e formas de comunicar com qualidade para seu público. Foto: Ares Soares.
Informar com eficiência é um dos pilares da Universidade de Fortaleza, que investe em diversos canais e formas de comunicar com qualidade para seu público. Foto: Ares Soares.

Informar com eficiência é um dos pilares da Universidade de Fortaleza, que investe em diversos canais e formas de comunicar com qualidade para seu público. De fotos a textos,  redes sociais a cartazes, a variedade de veiculação informativa é ampla e inovadora. Com isso, surgiu o “Se Link”: programete audiovisual veiculado na rede social oficial da Universidade que comunica de forma interativa, criativa e que tem a “cara da internet”.

Com o  vídeo na vertical, captação de imagens por celular, edição mais rápida e irreverente, além de trilhas sonoras animadas, o Se Link se propõe a não apenas informar, mas também entreter. Possui, em média, 3 minutos, e é reproduzido às segundas e quartas-feiras no instagram da Universidade de Fortaleza (@uniforcomunica)

O Se Link aborda temáticas atuais e mostra a rotina da Universidade com linguagem informal e simples que atrai a visualização de mais de mil pessoas em toda edição e movimenta as interações da rede social e de quem está pelo campus. Já que o programa traz depoimentos de estudantes, professores, funcionários e mostra os ambientes e da Universidade.

Formato dinâmico e inclusivo

O analista de Marketing da Universidade de Fortaleza, Felipe Ferreira comenta sobre a idealização do programa e reafirma os conceitos “Quando pensamos no Se Link imaginávamos um formato bem diferente de tudo o que já fazíamos nas mídias da Unifor. Queríamos uma linguagem mais informal sem perder a credibilidade e o compromisso com a informação de qualidade”, ressalta. 

Além disso, outro diferencial do quadro é que ele é produzido e apresentado pela estudante de Jornalismo, Brunna Veloso. O que demonstra que a iniciativa também é uma ferramenta de aprendizado, oportunidades e experiências. “Eu aprendi muito fazendo o Se Link, porque eu faço o roteiro, gravo, faço as entrevistas, as imagens. Com a ajuda dos meus supervisores eu faço de tudo um pouco na minha área de estudo que é o Jornalismo”, afirma. 

Bruna fala ainda sobre a importância de novas maneiras de comunicar. “Eu percebi que saber usar diversas ferramentas é fundamental para a minha profissão. E conseguir utilizar de um método tão inovador, que é um vídeo pequeno, objetivo, dinâmico e que, principalmente, atinge muitos públicos nas redes sociais, me abriu muito a mente”, afirma. 

Acessibilidade também é um diferencial do Se Link: recentemente foi adicionada a interpretação simultânea de libras durante todo o vídeo, o que torna a iniciativa mais inclusiva e agradável, como explica Felipe. “Acreditamos que o principal ingrediente dessa mistura seja realmente o compromisso em integrar a audiência com respeito, dinamismo e inclusão, destacando aqui o fato de o programa ter ganhado recentemente a tradução simultânea em libras. Tudo pensado para ‘ligar’ o aluno à Universidade”, destaca. 

A novidade, com ajuda do Programa de Apoio Psicopedagógico (PAP), objetiva alcançar diversos públicos, incluir todos que fazem a Universidade de Fortaleza e, principalmente, tornar a simplicidade e atualidade inclusiva dentro da academia. 

Saiba mais sobre o @uniforcomunica

O Unifor Comunica é o Instagram oficial da Universidade de Fortaleza e nasceu da necessidade que a Instituição tinha em se comunicar com público digital. Hoje, são mais de 187 mil seguidores, entre alunos, funcionários e público externo. A rede social atua de forma interativa e moderna, atualizando, diariamente, todas as novidades e rotina do campus. Além disso, realiza sorteios, campanhas e funciona como ferramenta de divulgação e canal de comunicação para solucionar dúvidas e receber sugestões de como tornar a Universidade um local ainda mais acolhedor.

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.