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Ter, 28 Maio 2019 14:57

Ação integra crianças da escola de Aplicação Yolanda Queiroz e alunos norte-americanos

Ação faz parte de uma série de atividades realizadas pelo projeto Global Business no campus da Unifor. O objetivo é promover o intercâmbio cultural entre os participantes.


A ação faz parte de uma série de atividades realizadas com os estudantes integrantes do Programa Global Business, no campus da Unifor. (Foto: Filipe Pereira)
A ação faz parte de uma série de atividades realizadas com os estudantes integrantes do Programa Global Business, no campus da Unifor. (Foto: Filipe Pereira)

A escola de Aplicação Yolanda Queiroz, instituição dedicada a educar crianças das comunidades circunvizinhas à Universidade de Fortaleza, tem recebido nos últimos 3 anos, a visita dos estudantes da Eller College of Management, da Universidade do Arizona (EUA). A ação faz parte de uma série de atividades realizadas com os estudantes integrantes do Programa Global Business, no campus da Unifor. 

O objetivo é promover uma troca de experiências entre os integrantes das duas instituições. Na ocasião, os visitantes realizam atividades de leitura, pintura e dança com os alunos da escolinha Yolanda Queiroz. Além das atividades de lazer, há um momento dedicado para a doação de brinquedos educativos e materiais escolares. 

Lina Sena, chefe da Divisão de Assuntos Internacionais, explica que a ação serve como uma vivência de integração entre as instituições de ensino. “Essa é uma parceria que temos com a Universidade do Arizona desde 2013. Dentre uma série de visitas feitas à algumas empresas do Grupo Edson Queiroz durante 2 meses, o Service Day é uma das mais esperadas tanto pelos estudantes quanto pelas crianças’, afirma. 

Já a diretora da Escola de Aplicação Yolanda Queiroz, professora Mônica Galeão, revela a felicidade em ter a instituição a qual dirige sendo beneficiada pela ação. “Eles trazem, por meio das brincadeiras e trocas de pinturas, uma nova cultura para as nossas crianças, da mesma forma acontece o contrário. Apesar de ser um dia de brincadeira diferente da rotina da escola, a data é importantíssima para o aprendizado”, revela. 

Escola de Aplicação Yolanda Queiroz

Inaugurada em 1982, a Escola de Aplicação Yolanda Queiroz oferece educação de qualidade às crianças das comunidades circunvizinhas à Universidade, a fim de proporcionar ensino diferenciado aos alunos. Localizada dentro do campus, a Escola proporciona anualmente educação gratuita a cerca de 540 crianças do Infantil 4 até a 5ª série do ensino fundamental. 

Os alunos recebem gratuitamente também material escolar, refeições e fardamento. A matriz curricular da escola é enriquecida com atividades como informática, artes plásticas, música, leitura e educação física.

A escola é também campo de prática de estágio para alunos dos cursos dos Centro de Ciências da Saúde (CCS), como Educação Física e Psicologia. A instituição se renova nas formas de ensinar, aprender, avaliar, organizar e de como trabalhar com o conhecimento, de forma a respeitar singularidades do desenvolvimento humano.

Programa Global Bussines 

Em parceria com a Eller College of Management da Universidade do Arizona (Estados Unidos), a Universidade de Fortaleza recebe, as atividades do projeto Global Bussines. O objetivo da iniciativa é promover o intercâmbio cultural, voltado para a comunicação empresarial, mostrando aos alunos o potencial econômico do estado do Ceará para investimentos internacionais.

Em 2019, o programa acontece entre 13 de maio a 04 de julho. Dentre os participantes, estão 38 alunos e 7 coordenadores e professores do programa, totalizando uma delegação de 45 pessoas.

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.