angle-left Egressa da Unifor lança livro-reportagem sobre grafite na XIII Bienal Internacional do Livro

Ter, 20 Agosto 2019 15:18

Egressa da Unifor lança livro-reportagem sobre grafite na XIII Bienal Internacional do Livro

A obra aborda a arte urbana em Fortaleza e a relação das pessoas com a cidade


O estudo é resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Fernanda. Foto: Arquivo pessoal.
O estudo é resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Fernanda. Foto: Arquivo pessoal.

A escritora e pesquisadora, egressa do curso de Jornalismo da Universidade de Fortaleza, Fernanda de Façanha lançará o seu livro-reportagem “Ruas e Cores: O grafite como arte viva na cidade” próximo dia 21 de agosto, durante a XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará.

A obra apresenta um panorama atual do cenário do grafite em Fortaleza, assim como, destaca os grafiteiros reconhecidos e os diferentes artistas que atuam na capital cearense, incluindo os iniciantes e, sobretudo, a presença feminina neste meio.

O estudo é resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Fernanda, em parceria com a jornalista Ravelle Gadelha, também formada pela Unifor. O trabalho tem como objetivo sistematizar a produção da arte urbana em Fortaleza, mostrando como a arte do grafite pode transformar a relação das pessoas com a cidade, além de modificar a maneira como as pessoas enxergam as ruas e os bairros que se relacionam diariamente.

A obra é dividida em três segmentos, o primeiro capítulo retrata o grafite e os grafiteiros, o segundo os eventos e festivais que aconteceram em Fortaleza e, por fim, o terceiro explana a relação do patrimônio histórico e a capital.  

A vontade de pesquisar e estudar sobre o tema surgiu a partir do Intercâmbio Acadêmico que Fernanda participou através do Programa de Extensão da Unifor. “O início do meu estudo sobre grafite, e todo o meu interesse em estudar essa arte e observar a cidade, nasceu por conta do intercâmbio que eu fiz pela Unifor na cidade do Porto em Portugal. Durante essa experiência eu fotografei muito, observei os espaços das cidades, e vivi os locais”, explica a escritora. 

Fernanda também ressalta a importância do intercâmbio para trazer essa experiência para a capital cearense. “Consegui trazer esse gosto e praticá-lo em Fortaleza também. Se não fosse pelo meu intercâmbio provavelmente eu não estaria estudando grafite, não estaria em grupos de pesquisas, enfim, não estaria tão empenhada em buscar por essa área, e logo não estaria lançando um livro. Então, essa experiência foi um divisor de águas para o meu crescimento profissional”, declara. 

Sobre o livro

O livro Ruas e Cores gerou uma pesquisa com mais de 30 pessoas, muitos destes grafiteiros. Ganhou dois prêmios no ano de 2018, o estudo venceu na Categoria de Jornalismo e Modalidade Livro-Reportagem: Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (EXPOCOM) - Nordeste 2018 e Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (EXPOCOM) - Nacional 2018.  Além disso, culminou na iniciação e submissão de projeto ao mestrado da escritora Fernanda de Façanha no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará. 

Serviço

Lançamento do Livro - Reportagem “Ruas e Cores: o grafite como arte viva na cidade”
Data:
21 de agosto de 2019
Local: XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará - Praça Iracema
Horário: 19h30

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.