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Qui, 3 Outubro 2019 14:35

Jogos Internos do Colégio Antares serão sediados na Universidade de Fortaleza

Cerca de dois mil atletas participarão da competição escolar, que reúne futebol, futsal, natação, basquete e vôlei


Serão 1.900 atletas na competição escolar, além dos professores e familiares dos alunos que farão parte dos jogos internos. Foto: Professor Laercio Clayton.
Serão 1.900 atletas na competição escolar, além dos professores e familiares dos alunos que farão parte dos jogos internos. Foto: Professor Laercio Clayton.

A Universidade de Fortaleza vai sediar os jogos internos do Colégio Antares, conhecido pelos alunos e professores, como InterAntares, no dia 3 de Outubro, das 18h às 22h, no Parque Desportivo da instituição. O torneio é realizado anualmente pela escola, com uma série de jogos, em diferentes modalidades, além de ser uma oportunidade para que os alunos do colégio tenham um momento de convivência e lazer.   

Serão 1.900 atletas na competição escolar, além dos professores e familiares dos alunos que farão parte dos jogos internos. As partidas serão disputados na quadra A do Ginásio Poliesportivo, na piscina e no campo de futebol society.  

O torneio interno do Colégio Antares acontece há vários anos, sendo essa a primeira edição fora de alguma sede da instituição; nos anos anteriores os jogos aconteciam na sede Papicu, mas pela dimensão que se tornou o campeonato, os organizadores decidiram fazer essa parceria com a universidade. 

Os momentos de lazer e descontração que o InterAntares possibilita para alunos e professores é um dos fatores que gera mais entusiasmo para a realização do evento, é o local onde os participantes esquecem um pouco da agitação dos estudos e focam na competição. 

“O InterAntares é um dos momentos mais esperados por todos os alunos do colégio, porque a gente se encontra com os amigos, conhece novas pessoas e ainda participa dos campeonatos, gerando uma rivalidade boa entre as sedes do colégio”, afirma Joaquim Filipe, aluno e atleta da competição. 

Segundo ele, todos os estudantes se mobilizam desde o começo das aulas para se prepararem para os jogos, pensando em uniformes, cantos e até bandeirões. “Cada sede tem um cor específica e nós fazemos nosso uniforme, bandeirão e acessórios a partir dessa cor. Também se junta uma equipe para pensar em músicas e hinos para cantar nas arquibancadas durante as partidas. Conseguimos até bateria e instrumentos para tocar e torcer pela nossa sede, é muito divertido”, conta.  

Parque Desportivo 

Com cinco mil metros quadrados de área, o Parque Desportivo da Unifor é um dos mais modernos do país e abriga diversos equipamentos. Entre eles, Ginásio Poliesportivo, piscina semiolímpica, quadras de tênis, campo de futebol profissional, campo de futebol society, Academia e o Estádio de Atletismo, que recebe eventos nacionais e internacionais e é certificado pela Confederação Brasileira de Atletismo.

De acordo com o coordenador da Divisão de Assuntos Desportivos da Universidade de Fortaleza, Ralciney Barbosa, a competição vai fazer com que o colégio e a universidade tenham uma ligação mais estreita em relação ao esporte. 

“A DAD vai dar todo apoio à competição, com a disponibilidade dos equipamentos esportivos e do espaço. Esses jovens são atletas com grande potencial, que podem fazer parte das nossas equipes esportivas aqui na universidade, no futuro”, comentou. 

A Universidade de Fortaleza dispõe de cerca de 15 modalidades fixas para competições universitárias estaduais e nacionais, como futsal masculino e feminino, vôlei masculino e feminino, basquete masculino e feminino, handebol, entre outras. 

Além disso, a instituição tem projetos que incentivam o esporte como base para a vida pessoal e profissional. 

Da mesma forma os projetos sociais sediados pela universidade, que revelam novos talentos e dão suporte a atletas de alto nível para representarem a Universidade de Fortaleza em competições nacionais e internacionais.

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.