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Ter, 5 Novembro 2019 15:38

Pela 15ª vez, Universidade é agraciada com selo Instituição Socialmente Responsável

A certificação é um retrato do compromisso social que a Universidade presta em seus 46 anos de existência


O selo afirma o compromisso da organização com a sociedade a partir de ações voltadas para o bem-estar e desenvolvimento sustentável. Foto: Ares Soares.
O selo afirma o compromisso da organização com a sociedade a partir de ações voltadas para o bem-estar e desenvolvimento sustentável. Foto: Ares Soares.

A Universidade de Fortaleza foi contemplada com o "Selo Instituição Socialmente Responsável” pela 15° vez consecutiva. A certificação é conferida pela Associação brasileira de mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), e confirma a participação da Universidade na campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular no ano de 2019.

O selo afirma o compromisso da organização com a sociedade a partir de ações voltadas para o bem-estar e desenvolvimento sustentável. Atuando com o princípio de gerar melhoria de vida aos assistidos, os projetos são dotados de grande representatividade para a comunidade em geral, desenvolvendo atividades distintas e de grande importância em seus cenários de atuação. No Ceará, a Universidade de Fortaleza foi a única Instituição de Ensino Superior (IES) a receber o selo em todas as 15 edições.

A ação existente desde 2005, tem reflexos diretos na sociedade, já que desde o seu início atingiu mais de 15,5 milhões de atendimentos à população em diversas áreas. Ao todo, foram mais de 1.800 instituições que aderiram à Campanha, promovendo mais de 90 mil atividades, entre 2005 e 2018, mostrando que exercem seu papel social.

A Universidade de Fortaleza e a Fundação Edson Queiroz são engajadas em atividades sociais e ambientais desde a sua origem em 1971. Em todos os anos, a instituição realiza diversos projetos que oportunizam o crescimento da sociedade em diversos âmbitos, como exemplo: Escola de Aplicação Yolanda Queiroz, Núcleo de Atenção Médica Integrada; Escritório de Práticas Jurídicas; Clínicas Odontológicas, Projeto Jovem Voluntário, Projeto Cidadania Ativa, Centro de Formação Profissional, entre outros.

O professor Marcus Mauricius, coordenador da Divisão de Responsabilidade Social da Universidade, comemora o reconhecimento e afirma que é mais uma motivação para todos da instituição “Esse selo é o retrato de tudo que a Universidade de Fortaleza faz em seus 46 anos de existência. Isso porque, já foi fundada nessa vertente socialmente responsável. Ou seja, conseguimos qualificar as pessoas e transformar a sociedade em lugar mais justo, e isso nos motiva a melhorar e aproximar ainda mais a sociedade da academia para que todos tenham a oportunidade de uma vida plena”, afirma Marcus.

E, na Semana de Responsabilidade Social, que aconteceu entre os dias 23 a 28 de setembro não poderia ser diferente. A Universidade realizou inúmeras ações como: Corte de Cabelo Instituto Embelleze; Triagem auditiva em crianças, adultos e idosos; Exames oftalmológicos e doação de óculos para os alunos da Escola de Aplicação Yolanda Queiroz.

Responsabilidade Social na Universidade de Fortaleza

A Universidade de Fortaleza e a Fundação Edson Queiroz são engajadas em atividades sociais e ambientais desde a sua origem em 1971. Em todos os anos, a instituição realiza diversos projetos que oportunizam o crescimento e desenvolvimento da sociedade em diversos âmbitos, como exemplo: Escola de Aplicação Yolanda Queiroz, Núcleo de Atenção Médica Integrada; Escritório de Práticas Jurídicas; Clínicas Odontológicas, Projeto Jovem Voluntário, Projeto Cidadania Ativa, Centro de Formação Profissional, Projeto Educação e Saúde na Descoberta do Aprender e Polo de Produção de Vassouras PET.

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.