angle-left Assessoria Internacional da Unifor recebe novos alunos

Qui, 31 Janeiro 2019 09:49

Assessoria Internacional da Unifor recebe novos alunos

Os alunos participarão de programas acadêmicos, com o intuito de acrescentar experiências internacionais ao currículo. Foto: Ares Soares.
Os alunos participarão de programas acadêmicos, com o intuito de acrescentar experiências internacionais ao currículo. Foto: Ares Soares.

O curso de extensão Assessoria Internacional da Universidade de Fortaleza iniciará uma nova turma em 2019.1, com alunos oriundos de oito diferentes países. A acolhida dos 51 estudantes de 18 universidades, acontece no dia 31 de janeiro de 2019, no auditório da Biblioteca. Os alunos participarão de programas acadêmicos, com o intuito de acrescentar experiências internacionais ao currículo.

Os programas são realizados para aumentar a troca de conhecimentos entre alunos Unifor e alunos estrangeiros. Com isso, há também a diversificação de culturas encontradas entre os participantes, tornando os programas, uma experiência internacional única.

Alguns dos programas acadêmicos são:

  • Buddy Program: tem como principal objetivo auxiliar na transição e adaptação de alunos estrangeiros durante seu intercâmbio na Unifor.
  • Tandem Program: são 12 encontros por semestre e é voltado para ajudar com o básico da língua portuguesa em troca, aluno estrangeiro ensinar a sua língua nativa.
  • Eller College COHORT: Durante o programa os alunos fazem visitas técnicas a algumas empresas do Grupo Edson Queiroz como Esmaltec, Sistema Verdes Mares e Indaiá. 

Promoção de eventos

Além da inclusão dos alunos nos programas acadêmicos, a Assessoria para Assuntos Internacionais promove eventos direcionados aos alunos Unifor e aos estrangeiros com o intuito de abranger a internacionalização. Dentre eles, a Acolhida dos Alunos pela Coordenação do Centro de Ciências de Comunicação e Gestão; Feira das Nações e Sports Day.
Em 2018, a Unifor sediou a 22ª edição do Encontro da Associação Brasileira de Educação Internacional (FAUBAI). O evento discutiu sobre a internacionalização como condição para uma educação superior de qualidade, na busca por novas alternativas e na tentativa de agregar esforços conjuntos.

Assessoria Internacional em números

Alunos Unifor em intercâmbio 2018

Em 2018.1
  • 134 alunos;
  • 86 novos alunos inscritos;
  • 48 alunos em intercâmbio;
  • 11 países de destino (Alemanha, Argentina, Chile, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, México, Portugal);
  • 32 Universidades.
Em 2018.2
  • 187 novas inscrições; 
  • 39 alunos em intercâmbio;
  • 10 países de destino (Alemanha, Áustria, Espanha, França, Portugal, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Itália e México);
  • 47 universidades estrangeiras parceiras. 

Alunos estrangeiros em intercâmbio na Unifor 2018

Em 2018.1 
  • 30 alunos estrangeiros;
  • 5 países de origem (Alemanha, Argentina, Colômbia, França, México);

  • 11 universidades parceiras. 

Em 2018.2
  • 35 alunos estrangeiros;
  • 10 países de origem (Alemanha, Argentina, Bélgica, Colômbia, Espanha, França, México, Holanda, Suíça e Estados Unidos);
  • 16 universidades parceiras.

Mais informações: (85) 3477.3127 / international@unifor.br

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.