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Qua, 20 Março 2019 09:21

Delegação esportiva da Unifor representa Ceará nos JUB’s 2019

Competição acontece dos dias 19 a 23 de março, em Brasília


A competição reúne Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas de todo o território nacional. Foto: Divulgação.
A competição reúne Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas de todo o território nacional. Foto: Divulgação.

A Universidade de Fortaleza participa de mais uma competição esportiva em nível nacional, dessa vez são os Jogos Universitários de Praia - JUB’s de praia 2019. A competição acontece dos dias 19 a 23 de março, em Brasília. 

Realizada pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), a competição reúne Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas de todo o território nacional, com o objetivo de promover a ampla mobilização da juventude universitária brasileira em torno do esporte. 

A delegação da Unifor contará com 28 atletas e cinco técnicos, que irão disputar diferentes modalidades. São elas: beach soccer masculino, beach soccer feminino, vôlei de praia masculino, vôlei de praia feminino, futevôlei masculino e futevôlei feminino. 

Delegação da Unifor 

A delegação contará com a presença do técnico de vôlei de praia, Luís Marcelo Vieira, dos técnicos de beach soccer masculino e feminino, Ricardo Barata e Vinicius Aguiar, além do coordenador de Esportes da Unifor, Marcelo Viana e do chefe da Divisão de Assuntos Desportivos, Ralciney Barbosa.

  • Beach soccer masculino (10 atletas);
  • Beach soccer feminino (10 atletas);
  • Vôlei de praia masculino (2 atletas);
  • Vôlei de praia feminino (2 atletas);
  • Futevôlei masculino (2 atletas);
  • 2 equipes de Futevôlei feminino (2 atletas cada). 

Esporte na Unifor 

Com 5 mil m² de área, o Complexo Esportivo da Unifor é um dos mais modernos do país e abriga diversos equipamentos. Entre eles, Ginásio Poliesportivo, piscina semiolímpica, quadras de tênis, campo de futebol oficial, campo de futebol society, Academia e o Estádio de Atletismo, que recebe eventos nacionais e internacionais e é certificado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Na Unifor, é possível aliar momentos de aprendizagem, lazer e saúde por meio dos projetos que incentivam o esporte como base para a vida pessoal e profissional. A Universidade também sedia projetos sociais, revela novos talentos e dá suporte a atletas de alto nível que representam a instituição em competições nacionais e internacionais.

Educação Física na Unifor 

curso de Educação Física da Universidade de Fortaleza está entre os melhores do país, segundo o Ranking Universitário Folha (RUF), ocupando a oitava posição entre as instituições privadas, além de ser os primeiro colocado no Norte/Nordeste. Ao longo dos anos vem investindo na formação de qualidade dos seus alunos. Exemplo disso foi a recente atualização de sua matriz curricular, baseada na formação por competência. Para tanto, novas modalidades foram agregadas ao currículo, como treinamento funcional, personal trainer, grupos de corrida e empreendedorismo. Tudo para permitir a melhor graduação nas condições atuais do mercado e da formação superior. 

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.