angle-left Porque a Unifor é a melhor instituição privada do Norte/Nordeste

Qua, 23 Janeiro 2019 17:42

Porque a Unifor é a melhor instituição privada do Norte/Nordeste

Os cursos da Unifor se destacam entre os melhores do Brasil em todos os rankings (Foto: Ares Soares)
Os cursos da Unifor se destacam entre os melhores do Brasil em todos os rankings (Foto: Ares Soares)

A Universidade de Fortaleza foi eleita, em 2018, a melhor instituição privada do Norte e Nordeste no Ranking Universitário Folha – RUF,  pelo sétimo ano consecutivo.

O bom resultado reflete o padrão de qualidade em Ensino, Pesquisa e Extensão, com centenas de projetos de pesquisa no domínio científico, tecnológico, artístico e cultural.

Outra medida que contribui diretamente para o desempenho é seu corpo docente, bem como o crescimento dos programas de pós-graduação.

O RUF, publicado desde 2012, considera parâmetros como qualidade do ensino, referência no mercado, inovação, aspectos associados à produção científica na pesquisa e à internacionalização.

A Unifor está em primeiro lugar entre as instituições privadas nas regiões Norte e Nordeste e 18ª do Brasil, quando avaliada na categoria “Mercado”, indicador baseado em entrevistas com profissionais de RH sobre as instituições nas áreas em que contratam.

Também é a melhor do Norte e Nordeste no quesito “Ensino”, que leva em conta a avaliação do Ministério da Educação (MEC), número de professores com Mestrado e Doutorado e nota do Enade. E está em segundo no item "Inovação", que considera o número de pedidos de patentes da universidade no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).

A Unifor mantém o segundo lugar na avaliação de “Pesquisa”, que leva em conta aspectos como número de bolsistas CNPq, de teses e de publicações em revistas nacionais. Quando avaliada sob o critério “Internacionalização”, teve desempenho melhor que o RUF de 2017: subiu de quarto para terceiro lugar, no Norte e Nordeste.

Henrique Sá, Vice-Reitor de Ensino de Graduação da Unifor. Foto: Ares Soares.

"Aqui, temos um currículo que prepara para atender ao mercado e garante uma visão de futuro e antecipa tendências. O ensino não se restringe à sala de aula"

Henrique Sá, Vice-Reitor de Ensino de Graduação da Unifor

Lilia Sales, Vice-Reitora de Pós-graduação da Unifor (Foto: Ares Soares)

“A capacitação contempla várias áreas do conhecimento e envolve professores brasileiros e estrangeiros, com experiência de mercado, networking e vivência com problemas reais, aumentando o nível de capacitação”.

Lilia Sales, Vice-Reitora de Pós-graduação da Unifor

Campus Unifor

Auditórios, Biblioteca, Centro de Convivência, Núcleo de Atenção Médica, Clínicas Odontológicas, Parque Desportivo, Teatro, Espaço Cultural, Escritório para a Prática Jurídica, salas de vídeo,  empresas juniores, TV Universitária e diversos outros núcleos de prática acadêmica e pesquisa.

Unifor no N/NE pelo RUF 2018

  • 196 universidades pesquisadas em todo o Brasil
  • 21 cursos da Unifor em destaque
  • 12 melhor universidade particular do Brasil
  • 85 porcento dos professores têm Mestrado ou Doutorado
  • 300 salas de aulas
  • 230 laboratórios especializados
  • 7.200 metros quadrados de área
  • 1.300 professores
  • 90.000 profissionais graduados em 45 anos
Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.