angle-left Professora da Unifor participa de livro que homenageia os 30 anos da Constituição de 1988

Sex, 21 Setembro 2018 14:47

Professora da Unifor participa de livro que homenageia os 30 anos da Constituição de 1988

“Direito Ambiental e os 30 anos da Constituição de 1988” será lançado no dia 28 de setembro em um seminário de Direito Ambiental, em São Paulo.


Professora Lucíola Cabral participa de livro em homenagem aos 30 anos da Constituição de 1988. Foto: Ares Soares.
Professora Lucíola Cabral participa de livro em homenagem aos 30 anos da Constituição de 1988. Foto: Ares Soares.

“Um sonho”, é como a professora do Centro de Ciências Jurídicas da Unifor, Lucíola Cabral descreve sua experiência na autoria do livro “Direito Ambiental e os 30 Anos da Constituição de 1988”, que será lançado no dia 28 de setembro durante o III Seminário Nacional de Direito Ambiental, em São Paulo. 

O projeto conta com diversos autores e tem o intuito de homenagear os 30 anos da Constituição que foi outorgada em 1988. A obra reúne uma coletânea de 35 artigos com temas variados que visam tratar sobre a proteção jurídica dos recursos naturais e aplicabilidade das normas ambientais.

O artigo escrito pela professora Lucíola e que engloba a coletânea, abordou o tema “Competências Federativas do Município na Legislação Ambiental”, e também teve a autoria do advogado Marcos Abreu, seu colega. Segundo a professora, a experiência foi enriquecedora. “A gente vai trocando ideias até dar a forma final ao artigo. É um processo muito interessante pois possibilita a troca de experiências”, comenta. 

Ainda segundo Lucíola, o livro é um importante instrumento em prol da disseminação dos temas que tratam do Direito Ambiental, além de mostrar a forma mais adequada de execução das normas que protegem o meio ambiente. “As expectativas são de que a obra possa contribuir para a divulgação dos temas do Direito Ambiental e realçar a importância do seu estudo e aplicação correta de suas normas de proteção ao meio ambiente”, explica.

A professora comenta que o interesse pelo tema surgiu de discussões que são fomentadas inclusive nos tribunais superiores. Ela revela que as dificuldades foram grandes. “Por mais que a gente queira firmar um ponto de vista, a jurisprudência ainda é muito reticente. Mas nós entendemos que não é uma jurisprudência firme com relação a esse tema específico dos conflitos federativos em matéria de competências ambientais”, destaca. 

Apesar disso, para ela a melhor parte do processo foi ver o artigo concluído e de saber que seu trabalho pode influenciar outras pessoas e alunos da Instituição. “É sempre bom a gente pesquisar, ouvir outras opiniões, conhecer outros autores. Isso sempre contribui, às vezes até amplia a sua visão sobre uma determinada questão”, conta. A professora acrescenta “O projeto é muito importante para mim porque eu gosto de pesquisar, eu gosto de estudar essas matérias das quais eu trabalho - meio ambiente e urbanismo - e acho que é sempre instigante a gente poder concretizar um sonho”, finaliza. 

Serviço 

Lançamento do livro “Direito Ambiental e os 30 anos da Constituição de 1988”
Data:
28 de setembro de 2018
Horário: 11h
Local: Escola da Advocacia Geral da União (AGU), em São Paulo

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.