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Sex, 18 Outubro 2019 14:35

Projeto de acessibilidade terá instalação de elevadores nos blocos do campus; confira outras mudanças

Universidade de Fortaleza irá modernizar seus equipamentos para melhorar acessibilidade


O projeto de acessibilidade visa alterar e modernizar os equipamentos da universidade e facilitar ainda mais o trânsito de todos. Foto: Unifor.
O projeto de acessibilidade visa alterar e modernizar os equipamentos da universidade e facilitar ainda mais o trânsito de todos. Foto: Unifor.

A Universidade de Fortaleza está realizando mudanças na sua estrutura visando melhorar a acessibilidade para todos os alunos, funcionários e professores da instituição. O projeto de acessibilidade visa alterar e modernizar os equipamentos da universidade e facilitar ainda mais o trânsito de todos. Conheça! 

Elevadores e banheiros acessíveis

Um dos primeiros passos do projeto é a instalação de elevadores nos blocos da universidade. O equipamento será, primeiramente, instalado em alguns blocos do campus. Os primeiros a receberem os elevadores serão os blocos K, D e F. Logo após, será a vez dos blocos T, Z, M e B a receberem o novo equipamento que irá facilitar a mobilidade para aqueles que necessitam. 

“Nós temos algumas plataformas elevatórias, que já é muito importante para a mobilidade dentro do campus, porém ela é menor do que o elevador e transporta menos carga”, comenta o professor de Arquitetura e Urbanismo e Assessor de Planejamento Curricular da Vice-Reitoria de Graduação, Euler Sobreira, ao falar da importância e necessidade do novo recurso nos blocos.

Outro importante parte do projeto é incrementar a acessibilidade dos banheiros, visando a  ampliação do tamanho e alteração da estrutura dos equipamentos, para que possam atender melhor aqueles que irão utilizá-lo . “A ideia é que funcione não só para o deficiente físico, mas também que ele funcione como um banheiro familiar, onde a mãe possa levar a criança de colo ou uma pessoa idosa possa ter o auxílio necessário para utilizar o banheiro”, conta Euler. Outra alteração na estrutura é a implementação de barras de transbordo para auxiliar os cadeirantes na utilização dos sanitários e nas pias. “Cada bloco terá um banheiro acessível por pavimento. Nós iremos cortar um dos dois banheiros existentes de cada andar, feminino ou masculino, e o ampliaremos para torná-lo acessível”, conta o professor.

Pesquisa busca substituir piso tátil por beacons

A universidade, visando modernizar a acessibilidade do campus, está desenvolvendo uma pesquisa, através do Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação (NATI), para substituir o piso tátil por beacons. “Nós buscamos implementar um pequeno dispositivo pelos percursos da universidade que se comunica com o celular através de um aplicativo. Ele irá servir como os olhos do deficiente visual, pois indicará o caminho a ser percorrido”, explica o professor Euler. A pesquisa está em desenvolvimento.

Além do dispositivo em desenvolvimento, outra parte do projeto de acessibilidade é comunicação sinalética em todo o campus. Uma das ideias que estão sob desenvolvimento, é a implementação de CQ Code em todos os blocos para fornecer informações sobre a universidade para alunos, professores e funcionários.

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.