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Ter, 14 Agosto 2018 16:38

Serviço de carro elétrico compartilhado promove ação de cadastro na Unifor

Ao fazer o cadastro, o usuário ganhará passe gratuito de 1 hora e poderá fazer test drive no Campus da Universidade


O sistema de Veículos Alternativos para Mobilidade (VAMO) é um serviço de carros elétricos compartilhados da cidade de Fortaleza (Foto: DIvulgação)
O sistema de Veículos Alternativos para Mobilidade (VAMO) é um serviço de carros elétricos compartilhados da cidade de Fortaleza (Foto: DIvulgação)

De 20 a 31 de agosto, o sistema de Veículos Alternativos para Mobilidade (VAMO), carros elétricos compartilhados de Fortaleza patrocinados pelo Hapvida Saúde vai realizar ação de cadastramento de novos usuários no sistema na Unifor. 

Na ocasião, os interessados poderão fazer o cadastro no sistema, bem como test drive nos carros. Quem se cadastrar nesse período, receberá um passe de até 1 hora grátis.

Os interessados em fazer o cadastro e o test drive na Unifor devem procurar o stand que está localizado em frente à Biblioteca Central do campus. O passe gratuito de 1 hora será concedido também para aqueles que fizerem o cadastro no website do sistema: www.vamofortaleza.com.br.

A ação, promovida pelo Hapvida e pela Unifor em parceria com a Prefeitura de Fortaleza e a Serttel (responsável pela operação do VAMO), tem o objetivo de promover o cadastro e fazer com que a população conheça melhor essa opção de modalidade urbana. 

Atualmente o sistema possui 20 carros, disponíveis em 12 estações, além de seis “vagas VAMO”, locais em que o usuário pode fazer a devolução do veículo sem, contudo, conectar o carro em uma estação de carregamento.

Mobilidade elétrica na Unifor

O diretor de Pesquisa e Inovação da Unifor, professor Vasco Furtado, destaca a importância da mobilidade elétrica dentro do ambiente acadêmico e para a cidade de Fortaleza. “A temática de veículos alternativos para a mobilidade é uma prioridade para Unifor e tem sido estudada por professores de diversas áreas, em especial pelo Laboratório de Pesquisa e Inovação em Cidades, o Lapin. Ao colocar à disposição dos alunos uma infraestrutura para desenvolvimento de pesquisa e carros elétricos no campus para facilitar o acesso a essa modalidade de transporte urbano, a Unifor está não só fomentando essas pesquisas, como também incentivando o desenvolvimento da mobilidade elétrica em Fortaleza”, pontua.

Além do Lapin, a DPDI administra, com apoio da Enel, Prefeitura de Fortaleza e Fundação Bloomberg, o Centro de Pesquisa e Mobilidade Elétrica (CPqMEL), laboratório responsável pela análise de dados referentes à mobilidade elétrica em cidades, assim como seu impacto na vida das pessoas. O CPqMEL também realiza pesquisas voltadas para a infraestrutura de recarga que deve ser implantada em Fortaleza para a utilização de veículos elétricos, no intuito de manter a cidade preparada para a popularização do serviço.

Vantagens do VAMO

Primeiro sistema de carros compartilhados 100% elétricos da América Latina, o VAMO oferece várias vantagens para os usuários. Além de não emitir gases de efeito estufa e não produzirem poluição sonora, benefícios importantes para o meio ambiente, o sistema é hoje uma opção financeiramente vantajosa para os fortalezenses.

Desenvolvido pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (SCSP) em parceria com o Hapvida e a Serttel, o VAMO reduziu a tarifa em 68% em 2017, ficando ainda mais competitivo com relação a outros modais, inclusive do transporte individual de passageiros por meio de aplicativos.

Cada faixa de tempo tem sua respectiva taxa de valor indivisível. Somente a partir de 3 horas de uso, é que será cobrado R$ 0,30 por minuto adicional; e a partir de 5 horas, será cobrado R$ 0,50 por minuto adicional. Resumindo, a cobrança se dará da seguinte forma:

  • Para até 30 minutos de uso: tarifa de R$ 15,00;
  • Para até 1 h de uso: tarifa de R$ 20,00;
  • Para até 2 h de uso: tarifa de R$ 30,00;
  • Para até 3 h de uso: tarifa de R$ 35,00;
  • Entre 3 h e 5 h de uso: tarifa de R$ 35,00, com acréscimo de R$ 0,30 por minuto adicional;
  • A partir de 5 h de uso: R$ 71,00, com acréscimo de R$ 0,50 por minuto adicional.

Já o passe mensal agora custa R$ 15,00 para os cadastrados com Bilhete Único e R$ 20,00 para os demais. O valor da taxa mensal é revertido, integralmente, em crédito (de R$ 20,00 ou R$ 15,00) para os usuários, sendo ou não cadastrado com o Bilhete Único.

Além do benefício financeiro para os usuários que possuam Bilhete Único, os carros elétricos compartilhados podem estacionar nas vagas de Zona Azul gratuitamente, assim como no shopping RioMar Fortaleza. E para incentivar o compartilhamento e reduzir ainda mais os custos, o aplicativo do VAMO disponibiliza a função “carona” que permite ao usuário dividir os custos com um colega de trabalho ou amigo, por exemplo.
 

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.