angle-left Curso de Marketing da Unifor obtém nota máxima no MEC

Ter, 30 Outubro 2018 17:25

Curso de Marketing da Unifor obtém nota máxima no MEC

Curso alia teoria e prática, seguindo novas tendências do mercado


Para Claudia Miranda, coordenadora do curso, o resultado alcançado é fruto do compromisso e trabalho em equipe. (Foto: Ares Soares).
Para Claudia Miranda, coordenadora do curso, o resultado alcançado é fruto do compromisso e trabalho em equipe. (Foto: Ares Soares).

O curso de Marketing da Unifor foi contemplado com nota 5 pela avaliação do Ministério da Educação (MEC), atribuída a todos os cursos de graduação das instituições de Ensino Superior do Brasil. A nota cinco é a maior pontuação que uma instituição de ensino superior pode receber na avaliação do MEC e comprova oficialmente que os cursos atendem plenamente os critérios de formação de profissionais para os campos do conhecimento, seja na dimensão institucional, de professor e de projeto pedagógico.

De acordo com a professora Claudia Miranda, coordenadora do curso, o resultado alcançado é fruto do compromisso e trabalho em equipe. “A nota 5 do MEC é resultado do trabalho realizado desde a gestão do curso no atendimento a dimensão do projeto pedagógico, da competência e profissionalismo de seu corpo docente, e alunos extremamente engajados e satisfeitos com o que o curso oferece. Outra questão de destaque é a possibilidade da prática, onde é ofertado aos alunos o contato com profissionais e empresas de referência no mercado de trabalho. Com isso, trazemos o mercado para dentro da academia”, ressalta Claudia.

Segundo a coordenadora, o mercado está em alta. “Em momentos de crise, as empresas sempre procuram estratégias de diferenciação e de comunicação para atrair novos clientes. É nesse momento que o Marketing pode ajudar as empresas a se destacarem no mercado. O curso de Marketing da Unifor vem recebendo, constantemente, solicitação do profissional de marketing, para juntos, empresa e tecnólogo em marketing, montarem as estratégias para os seus negócios”, relata.

“O marketing digital, por exemplo, tem crescido muito nesse último ano e a tendência é permanecer em alta. Isso se dá pela conectividade das pessoas, empresas, governo etc, no mundo digital. Outro ponto forte para o desempenho do marketing digital é o valor financeiro despendido para uma ação mercadológica, que representa um valor menor quando comparado às mídias tradicionais, além de uma abrangência maior de mercado”, salienta Claudia Miranda.

Com o objetivo de atender as novas tendências, o curso de Marketing da Unifor lançará no semestre 2019.1 uma nova matriz curricular, com o marketing digital tendo ainda maior destaque. “Estamos focados na constante qualificação, portanto, vamos intensificar o estudo do marketing digital para oferecer ao mercado profissionais qualificados”, complementa Claudia Miranda.

Roseline Diniz, aluna do 2º semestre do curso de Marketing, fala que teve uma grata surpresa com a universidade. “Quando ingressei na instituição eu era um pouco resistente, porém, ao longo do curso fui surpreendida pela maneira como o marketing foi mudando minha vida para melhor, me trazendo outra visão de mercado. Além disso, a Unifor oferece não só uma estrutura física, mas um corpo docente de qualidade e atencioso com os alunos. Estou muito feliz com a nota 5 do nosso curso no MEC”, enfatiza Roseline.

Saiba mais

A Graduação Tecnológica Executiva em Gestão de Marketing oferecida pela Unfor possui a matriz curricular fechada. O aluno deve cursar todas as disciplinas referentes ao semestre. O curso tem 4 semestres de duração (2 anos). A graduação capacita o aluno para estudar o mercado e seu ambiente socioeconômico a fim de criar e inovar produtos ou serviços de forma a promovê-los, solidificar sua marca no mercado e definir estratégias, público-alvo e preços a serem praticados.

Como profissional, ele estará apto a comunicar e criar relacionamentos com consumidores, antecipar tendências, aproveitar oportunidades de mercado e analisar riscos. Da mesma forma, desenvolver e gerenciar programas de comunicação de maneira eficaz, com base na análise de dados e informações, na geração de processos de negociação significativos em ambientes competitivos. Também terá conhecimentos que permitirão elaborar políticas e projetos com vistas à implementação de estratégias de Marketing nas organizações, de maneira a considerar os processos logísticos, os valores propostos e de a sustentabilidade.

Processo seletivo 2019.1

A Unifor realiza o Processo Seletivo Continuado 2019.1. Nesta etapa serão utilizados dois critérios para a seleção: prova, que acontece no dia 24 de novembro, e a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Enem

Está sendo ofertado percentual de vagas (exceto para o curso de Medicina) reservado para os candidatos inscritos com sua nota do Enem. Será aceito o uso da nota do Enem de 2015, 2016 e 2017, contanto que o candidato não tenha zerado nenhuma prova objetiva, nem a Redação, além de pontuação mínima. Para esta modalidade, não será cobrada taxa de inscrição.

Prova

Já para quem vai optar pela modalidade de Prova Unifor, as inscrições já estão abertas para cursos de Graduação (Bacharelado e Licenciatura) e Graduação Tecnológica. A prova será aplicada no dia 24 de novembro, no campus da Unifor. A taxa de inscrição para a modalidade de Prova Unifor será de R$ 50,00. 

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.