angle-left Universidade de Fortaleza está entre as melhores instituições de ensino superior do mundo

Qui, 12 Setembro 2019 15:08

Universidade de Fortaleza está entre as melhores instituições de ensino superior do mundo

A universidade cearense é a única particular das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste a fazer parte de uma das principais avaliações educacionais do mundo


Depois de ranquear a Universidade de Fortaleza entre as melhores instituições de ensino superior da América Latina e Caribe em junho deste ano, o Times Higher Education (THE), entidade britânica que produz a principal avaliação internacional de educação, incluiu a universidade cearense mantida pela Fundação Edson Queiroz entre as melhores do mundo. O resultado, que leva em consideração critérios como qualidade de ensino, volume de publicações de pesquisa, citações em artigos científicos, transferência de conhecimento e projeção internacional, foi divulgado no dia 11 de setembro, em Londres.

O ranking, liderado pela britânica Universidade de Oxford, considera mais de 1,3 mil universidades de 92 países. Do Brasil, fazem parte 46 universidades, sendo em sua grande maioria públicas. A Universidade de Fortaleza é a única instituição de ensino superior privada das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste presente no ranking mundial. O top 5 do ranking conta ainda com instituições de renome internacional, como California Institutte of Technology (2º lugar), University of Cambridge (3º), Stanford University (4º) e Massachusetts Institute of Technology (5º).

Entre todas as instituições brasileiras de ensino superior particulares presentes no Times Higher Education (THE), a Universidade de Fortaleza é a terceira melhor ranqueada, atrás apenas das Pontifícias Universidades Católicas do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul e à frente da PUC do Paraná, da Unisinos (RS) e da PUC de Minas Gerais. 

No resultado recém-divulgado, o Brasil passou de 9º em 2018 para o 7º país com maior número de universidades na lista, deixando para trás nações como Chile, Itália e Espanha. A editora do ranking, Ellie Bothwell, destacou que o desempenho brasileiro é “certamente uma grande conquista, especialmente considerando a grandeza do seu contingente comparado com o ano passado. Isso traz muita visibilidade e presença do Brasil no cenário mundial”. No ano passado, o ranking teve a presença de 35 universidades brasileiras. 

Além de fazer parte dos dois rankings da Times Higher Education, a Universidade de Fortaleza figura também no prestigiado QS World University Rankings, que, desde 2004, avalia o desempenho de instituições de ensino superior do mundo inteiro. A Unifor foi incluída em 2019 nos rankings da América Latina e dos Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) pela sua excelência no ensino e na pesquisa.

No ano passado, a Universidade de Fortaleza se manteve pelo sétimo ano consecutivo como a melhor instituição de ensino privada nas regiões Norte/Nordeste, segundo o Ranking Universitário do jornal Folha de S. Paulo. O RUF é uma avaliação anual do ensino superior do Brasil feita desde 2012. O resultado da edição 2019 do RUF deve ser divulgado em outubro próximo.

Sobre a Universidade

A Unifor está instalada em um campus de 720 mil metros quadrados, onde se encontra uma megaestrutura com cerca de 300 salas de aula e mais de 230 laboratórios especializados. O campus também é composto por auditórios, salas de vídeo, biblioteca, centro de convivência, núcleo de atenção médica, clínica odontológica, parque desportivo, teatro, espaço cultural, escritório para a prática jurídica, empresas juniores, TV universitária, escola de ensino infantil e fundamental e diversos outros núcleos de prática acadêmica e pesquisa.

O corpo docente altamente qualificado, composto de 1.300 professores, com mais de 80% de mestres e doutores, é responsável pela supervisão de centenas de projetos de pesquisa no domínio científico, tecnológico, artístico e cultural.

Interligada por diversos acessos de alta velocidade à internet, todos os processos acadêmicos e administrativos da Instituição estão integrados, possibilitando à comunidade acompanhar, virtualmente, em um mesmo ambiente, procedimentos didático-pedagógicos, acessar avançadas bases de dados para pesquisa e utilizar os recursos da educação a distância. Além disso, o campus da Unifor oferece cobertura de internet wi-fi gratuita em toda a sua extensão.

O reconhecimento nacional e internacional da Universidade de Fortaleza e a sua maturidade acadêmica não vieram por acaso. É fruto do trabalho de profissionais que lutam e desejam que, pela educação, pelo ensinar e pelo aprender diário, se construa a sociedade justa e humana no mundo melhor que queremos.

Critérios de avaliação

O estudo do Times Higher Education analisa cinco critérios principais:

  • Qualidade de ensino (ambiente de aprendizagem, reputação, desempenho estudantil, número de professores com doutorado, docentes premiados e renda institucional);
  • Volume de publicações de pesquisa;
  • Citações em artigos científicos;
  • Projeção internacional (número de alunos e de professores estrangeiros);
  • Troca de conhecimento com outras instituições.
Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.