angle-left Alunos de Cinema da Unifor recebem os principais prêmios no Festival NOIA 2018

Qui, 18 Outubro 2018 09:20

Alunos de Cinema da Unifor recebem os principais prêmios no Festival NOIA 2018

Alian Minerva, Bruno Bressam, Sávio Fernandes e Leão Neto foram agraciados com os principais prêmios do Festival. (Foto: Alan Sousa)
Alian Minerva, Bruno Bressam, Sávio Fernandes e Leão Neto foram agraciados com os principais prêmios do Festival. (Foto: Alan Sousa)

Sávio Fernandes, Alian Minerva, Bruno Bressam e Leão Neto, alunos do curso de Cinema e Audiovisual da Unifor, receberam, juntos, os cinco principais prêmios do Festival do Audiovisual Universitário - NOIA 2018, que reuniu produções audiovisuais de universitários de todo país, em Fortaleza, de 11 a 16 de outubro. A premiação aconteceu no encerramento do festival, no último dia 16, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.

Participante da Mostra Brasileira de Cinema Universitário, o curta-metragem “Tommy Brilho” foi o grande premiado da noite: o diretor Sávio Fernandes recebeu os prêmios de melhor filme pelo Júri Oficial, Júri da TV e Júri Popular. Alian Minerva, que compôs, com sua fotografia “Fruto”, a Mostra Cearense de Fotografia Universitária, obteve o prêmio de melhor fotografia na categoria individual. Já Bruno Bressam e Leão Neto, diretores do documentário “Maria Maculada”, participante da Mostra Cearense de Cinema Universitário, foi agraciado com o prêmio de melhor filme pelo Júri Oficial.

Para a coordenadora do curso de Cinema da Unifor, professora Bete Jaguaribe, a premiação é um dos mais importantes reconhecimentos da produção universitária do país. “A participação dos alunos no Festival Noia é importantíssima e a premiação é uma alegria, porque reconhece o talento de uma nova geração de cineastas, graduados nas universidades brasileiras. Nossos alunos vêm conquistando uma série de prêmios nos diversos espaços de distinção audiovisual. É uma alegria enorme para o grupo de professores que acompanha esses jovens em suas trajetórias de formação”,  destaca. Este ano, outras duas produções participaram do Festival: “Uma Memória para a Luz”, de Heládio Filho, e “Aos Meus Pés”, de Felipe Saraiva, ambos exibidos na Mostra Cearense de Cinema Universitário.

“Tommy Brilho”, de Sávio Fernandes

O curta-metragem retrata a vida de Tommy Brilho, o primeiro aluno invisível da universidade, que enfrenta desafios para ser visto por seu crush. Segundo Sávio, o filme tem um teor muito cômico e irônico, com o intuito de divertir o público.

“Fruto”, de Alian Minerva

Segundo a estudante de Cinema Alian Minerva, a fotografia de “Fruto” é uma tentativa de mostrar o corpo humano representado da forma mais orgânica possível. O estilo fine art, reproduzido na obra de Alian, estampa a sua percepção, enquanto artista, do corpo.

“Maria Maculada”, de Bruno Bressam e Leão Neto

O documentário relembra o passado de uma Maria, permeado de marcas e perdas. No início do processo, os diretores tiveram como tema norteador a solidão. Como um gênero híbrido, o documentário acabou percorrendo outros caminhos e, consequentemente, indo além.

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.