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Ter, 27 Agosto 2019 14:20

Egressos de Direito são aprovados em Concurso de Juiz do Estado do Ceará

Ramon Beserra, Eduardo Girão e Anita Araruna ressaltam a importância dos conhecimentos adquiridos durante a graduação em suas respectivas trajetórias


Ramon Beserra, Anita Araruna e Eduardo Girão. Foto: Ares Soares.
Ramon Beserra, Anita Araruna e Eduardo Girão. Foto: Ares Soares.

O concurso para o cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), executado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), objetivou selecionar candidatos para os 50 cargos vagos de Juiz Substituto. 

De acordo com o edital, publicado em fevereiro de 2018, das 50, 38 vagas foram destinadas  para ampla concorrência. Entre as 38 vagas ofertadas, Ramon Beserra, Eduardo Girão e Anita Araruna, egressos do curso de Direito da Universidade de Fortaleza foram selecionados. O concurso foi homologado nesta quinta-feira (22), no Tribunal de Justiça do Estado do Ceará.

Ramon Beserra, concluiu o curso em 2013.1 e ocupou o 21º lugar. Quando questionado sobre sua experiência na Universidade, Ramon destaca a atuação como monitor na disciplina Direito Administrativo. “Participar do projeto de monitoria, me aproximou muito da docência, me acrescentou oratória, o que foi fundamental para as aprovações nas fases orais dos concursos jurídicos que logrei êxito, inclusive o concurso de Juiz de Direito do Estado do Ceará”, completa. 

O advogado acrescenta sua experiência no Escritório de Prática Jurídica (EPJ) localizado no bloco Z da Universidade. “Grande parte dos ensinamentos que adquiri não aprendi em livros jurídicos, mas sim com os professores que tive na Unifor, principalmente no EPJ, período que fui orientado pela professora Cilana de Moraes”, enfatiza. Atualmente, ele atua como advogado e pretende investir com mais afinco na última fase do certame da Magistratura do Estado do Ceará.

Francisco Eduardo Girão Braga, formou-se em 2008.1 e ocupou o 23º lugar. É juiz de direito do Estado do Maranhão e professor no Virtus Concursos, preparatório para concurso de Magistratura no Ministério Público, Defensoria Pública do Estado (DPE) e Delegado de Polícia.

Eduardo ressalta que os estágios realizados durante sua graduação foram essenciais para agregar experiência no mercado. “Durante o curso realizei estágios supervisionados por professores, e fui estagiário na defensoria pública do estado. O estágio na Universidade é importante por trazer a prática em um curso teórico. O professor Konrad Saraiva Mota foi excepcional em meu aprendizado” destaca o juiz. 

Já Anita Araruna, ocupou o 32º lugar e é aluna concludente de 2012.2. É promotora de Justiça do estado da Bahia. Ela destaca que optou pela Unifor devido sua referência dentro e fora do Estado do Ceará. “A universidade é reconhecida como um local que estimula não só o ensino, como a pesquisa e diversas atividades. Sempre soube que ingressando na Unifor, iria abrir várias portas para mim no mercado de trabalho”, enfatiza Araruna.

A atual promotora ressalta a importância dos professores em sua formação profissional. “Fui monitora de Direito das Obrigações com a professora Beatriz de Castro Rosa, que sem dúvidas, direcionou em meus estudos. Também fui bolsista de iniciação científica, com bolsas remuneradas e participei de diversos encontros de pesquisa, além de publicar artigos”, destaca.

Direito na Unifor 

O curso de Direito da Unifor é reconhecido pela sua excelência, com a nota máxima (5) na avaliação do Ministério da Educação, principal indicador de qualidade do Ensino Superior. Oferece uma formação humanista com foco na ética, responsabilidade social e fortalecimento dos valores constitucionais, preparando você para o exercício profissional nos mais diversos campos de atuação.

Criado em 1976, o primeiro da região Nordeste em uma instituição particular de ensino superior, destaca-se no cenário educacional, integrando teoria e aprimoramento técnico, o que garante uma educação jurídica atenta às demandas globais e às peculiaridades regionais.

Mais informações
Contato: (85) 3477.3125
Local: Bloco K | Sala 3

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.