angle-left Graduados em Moda pela Unifor dão dicas para o sucesso profissional

Ter, 26 Março 2019 16:49

Graduados em Moda pela Unifor dão dicas para o sucesso profissional

Lariane Ribeiro, formada em 2015.2 pela Unifor em Design de Moda. Foto: Arquivo Pessoal.
Lariane Ribeiro, formada em 2015.2 pela Unifor em Design de Moda. Foto: Arquivo Pessoal.

Concluir o curso de graduação e conseguir um emprego na área de formação é o sonho de qualquer aluno do ensino superior. No curso de Design de Moda da Universidade de Fortaleza vários são os cases de sucesso o que o torna e referência no mercado de trabalho. 

A coordenadora do curso, professora Ana Cláudia Farias, afirma que o aluno de graduação de Design de Moda da Unifor deve estar sempre preparado para aproveitar as oportunidades que aparecem e ficar atento aos movimentos do mercado. “Participar das atividades e projetos do curso, participar dos concursos e eventos são estratégias para rechear o portfólio e consequentemente seu currículo”, destaca. 

Um dos grandes diferenciais do curso de Design de Moda é que, ao concluir o 3º semestre, o aluno recebe o certificado de assistente de design de moda, habilitando-o a exercer algumas funções no mercado. “Para além disso, há demanda de empresas de confecções por estagiários nos diversos setores como criação, visual merchandising, conteúdos digitais, estilo, vendas etc. Há ainda projetos desenvolvidos semestralmente pelo curso em parceria com as empresas que é um canal tanto para o desenvolvimento de habilidades dos alunos como também de acesso ao mercado de trabalho”, afirma a coordenadora.

Cases de sucesso

Profissionais da área de Moda, formadas pela Unifor, contam um pouco da experiência no ramo e sobre como seguir uma carreira de sucesso.

A designer de joias Lariane Ribeiro, formada em 2015.2 pela Unifor, revela que durante o curso de Design de Moda foi se descobrindo, mas sabia que este era o segmento em que ela desejava atuar. “Durante o curso, na disciplina Programas Integradores, tive a oportunidade de desenvolver produtos e foi durante este período que desenvolvi acessórios para me encontrar no mundo das joias”, disse Lariane. 

A estudante contou ainda com a ajuda e orientação da professora Angelica, da disciplina Programa Integrador e assim conseguiu ingressar no mercado da moda de joias. “Eu não conhecia ninguém do ramo e as únicas informações que eu tive, na época, foram com a professora. Então, eu tive que ter muita iniciativa e buscar por pessoas que trabalhassem com joias. Foi aí que descobri uma escola de joalheria em São Paulo e no último semestre da graduação resolvi fazer o curso. Durante um mês tive aulas quase todos os dias e, apesar da pressão e correria, pude aprender a fabricar minhas próprias joias”, completou Lariane.

Desde então, Lariane retorna à escola de joalheria para adquirir e aperfeiçoar seu conhecimento. A seguir, cinco dicas para quem deseja ingressar nesse ramo: 

  • Não ter medo de ir atrás de um sonho;
  • Buscar o “sim”, porque o “não” você já tem;
  • Renovar-se sempre que possível, já que a moda sofre mudanças rápidas e constantes;
  • Saiba que o dinheiro que entra no caixa não é o lucro líquido;
  • Tenha uma reserva técnica, você tem que estar preparado para qualquer eventualidade.

Amanda Lima, também egressa do curso de Design de Moda da Unifor, conta que durante o período estudantil teve várias fases de descobertas pessoais e profissionais, já que o ensino sempre abriu muitas portas para explorar os diversos segmentos e nichos do mundo da moda. “Acredito que o mais bacana do curso foram a otimização e a adaptação aos caminhos de atuação no mercado profissional que sempre me  possibilitaram conhecer e explorar às diversas áreas”, comentou Amanda. 

Logo quando ingressou no curso, o desejo de Amanda era trabalhar com criação e desenvolvimento, de peças, mas ao longo do caminho foi descobrindo uma nova paixão na comunicação de moda. Atuou no programa de moda da TV Unifor, participou do Unifor Moda Integra (UMI), ou seja, sempre aliou a formação ao sonho profissional. 

“Após finalizar a graduação, trabalhava em outra área, mas sempre tive um amor pelo mundo da assessoria de marketing de moda. Três meses após estar graduada, ainda não sabia qual rumo seguir na vida profissional, porque diante da crise econômica era complicado abrir meu próprio negócio. Então, fui convidada por uma amiga para fazer a gestão das mídias digitais da marca de moda praia dela. Há dois anos resolvi criar a Like a Trend, uma agência de assessoria de marketing digital, consultoria, branding, voltado apenas para o segmento de moda, com oito meses de existência que contava com oito clientes e hoje tem uma cartela com 13 clientes”, revelou Amanda sobre seu avanço profissional.

Amanda dá dicas para quem deseja seguir carreira de Design de Moda:

  • Sempre buscar se renovar e nunca parar de estudar;
  • Aprender novas tendências e transmitir o marketing do encantamento;
  • Ouvir as dores e desejos dos clientes;
  • Estudar sobre a história da marca e não deixar cair na rotina;
  • Buscar sempre do melhor e, por vezes, fazer renúncias na vida social.

Estude Design de Moda na Unifor

Avaliado com nota máxima pelo Ministério da Educação (MEC), conquistada no final de 2015, o curso de Design de Moda recebeu a nota 5 que representa, para o Ministério, um curso de excelência, tido como referência pelos demais. No Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o curso tem nota 4, com desempenho que mostra a qualidade do ensino.

Entre os fatores analisados pelo MEC durante a avaliação estão a equipe de professores e funcionários, instalações e laboratórios, projeto pedagógico, interlocuções com o mercado e outros cursos da própria Unifor, além da participação intensiva do curso em eventos da cidade e de fora (como o Dragão Fashion Brasil).

O aluno de Design de Moda recebe certificações intermediárias que lhe permitem concorrer no mercado de trabalho de forma mais rápida e com experiência comprovada. Ao final do terceiro semestre, por exemplo, você pode adquirir certificação como assistente em Design de Moda. 

Informações

Ateliê de Design de Moda
(85) 3477.3376

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

Baixe a versão para impressão do gabarito em PDF. Imprima em A4, em escala 100%.

Baixe o PDF
Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.