angle-left Nova edição: pesquisa sobre Temperamento e Saúde Mental

Seg, 20 Janeiro 2020 10:19

Nova edição: pesquisa sobre Temperamento e Saúde Mental

Professor do Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação da Universidade (NATI), Eurico Vasconcelos. Foto: Ares Soares.
Professor do Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação da Universidade (NATI), Eurico Vasconcelos. Foto: Ares Soares.

Pesquisa sobre Temperamento e Saúde Mental, desenvolvida por professores da Universidade de Fortaleza (Unifor) e Universidade Federal do Ceará (UFC), é relançada com novos módulos. O objetivo do estudo é relacionar o temperamento dos indivíduos com vários aspectos da saúde mental, tais como alterações de humor, ansiedade, ideias suicidas, uso de drogas, sexualidade e impulsividade. 

Além de possibilitar a elaboração de trabalhos científicos sobre o tema, o estudo visa despertar o interesse das pessoas em conhecer melhor seu temperamento e buscar ajuda. Além de um questionário digital, a plataforma disponibiliza informações sobre saúde mental e locais de atendimento especializado em Fortaleza. A pesquisa existe desde 2014, com acesso online e gratuito, mediante login e senha. 

Participe

Para participar da pesquisa, basta acessar o link e cadastrar login e senha. Cerca de 11 mil pessoas já responderam ao questionário. 

Equipe

Na Unifor, a pesquisa é coordenada pelo professor Eurico Vasconcelos, do Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação da Universidade (NATI), responsável pelo desenvolvimento tecnológico da plataforma digital (questionário e informações). O professor Thiago Holanda, psiquiatra e professor do curso de Medicina da Unifor, atua como interlocutor com a equipe da UFC. 

Utilidade 

“Uma série de alterações de comportamento podem estar relacionadas ao tipo de temperamento. Ao final do questionário, os participantes da pesquisa recebem um relatório, que não é um diagnóstico clínico, mas em linhas gerais indica traços do seu temperamento. São características que podem auxiliar na compreensão de si mesmo e incentivá-los a buscar tratamento, em caso de necessidade”, destaca o professor Thiago Holanda.