angle-left Pioneiro no Ceará, curso de Engenharia Elétrica celebra 40 anos de formação da primeira turma

Qui, 18 Outubro 2018 14:58

Pioneiro no Ceará, curso de Engenharia Elétrica celebra 40 anos de formação da primeira turma

Primeiro do estado do Ceará, bacharelado de Engenharia Elétrica da Unifor foi criado junto com a Universidade, no ano de 1973.
Primeiro do estado do Ceará, bacharelado de Engenharia Elétrica da Unifor foi criado junto com a Universidade, no ano de 1973.

curso de Engenharia Elétrica da Universidade de Fortaleza celebra 40 anos de formação da primeira turma em 2018. Criado junto com a Unifor, no ano de 1973, o bacharelado de cinco anos é avaliado como o melhor do Norte/Nordeste e Centro-Oeste, segundo o Ranking Universitário do jornal Folha de S. Paulo, avaliação anual do ensino superior do Brasil feita desde 2012.

Em comemoração ao aniversário, durante os dias 21, 22 e 23 de novembro será realizada vasta programação destinada aos professores, alunos e egressos que fazem parte da história do curso. O objetivo do evento é acompanhar e discutir as constantes mudanças e evoluções tecnológicas em uma das áreas mais dinâmicas do mercado. A programação vai contemplar palestras acadêmicas e profissionais, mesas-redondas e visita guiada. Não será necessário realizar inscrições apenas devendo respeitar a lotação dos auditórios

“Escolhemos essa data pelo que representa, nem todos os cursos que nasceram com a Universidade estão em atividade atualmente, além do curso de Engenharia Elétrica da Unifor ser pioneiro no estado, o que significa que colocamos no mercado cearense os primeiros engenheiros daqui, então, é uma forma de comemorar os 40 anos da primeira turma de profissionais formados na área do estado. Para além disso, no dia 23 de novembro comemora-se o dia nacional do engenheiro eletricista”, afirma o professor Bruno Ricardo Almeida, coordenador do curso.  

Sempre Unifor

Quando o aluno Roberto Garrido pensou em estudar Engenharia Elétrica o curso só era oferecido em três cidades do Nordeste: Salvador (Bahia), Recife (Pernambuco) e Campina Grande (Paraíba). “Existia uma deficiência grande no Ceará de profissionais, as empresas contratavam pessoas de outras cidades e estados, se o curso não fosse aberto, em Fortaleza, teria ido cursar a Escola Naval no Rio de Janeiro, mas como a Unifor começou a ofertar, optei por ficar”, conta Roberto.

Aluno da primeira turma de Engenharia Elétrica da Unifor, Roberto Garrido, participou do programa de monitoria, o bom desempenho em sala chamou a atenção da coordenação e dos professores do curso. “Muito cedo fui enveredando para a área acadêmica, fui monitor de circuitos elétricos”, afirma. A monitoria deu resultados, hoje, o egresso é professor da Unifor e leciona três disciplinas: transmissão de energia elétrica, proteção de sistemas elétricos de potência e subestações e sistemas elétricos de potência, cadeiras práticas que agregam, principalmente, aos alunos que estão nos últimos semestres do curso.

Após a graduação, além do convite para ser membro do corpo docente da Universidade, o professor Garrido passou no concurso público para trabalhar na Coelce, onde atuou em diversos cargos, inclusive, o de presidente, no início dos anos 90. “Na Coelce fiz carreira, conciliava o trabalho e a carreira de professor, só interrompi o magistério para fazer a pós-graduação pela Eletrobrás, na Escola Federal de Engenharia de Itajubá, depois da conclusão voltei a lecionar”, destaca.

O professor afirma que naquela época o mercado de trabalho para os recém-graduados era pleno, entre seus colegas de turma todos saíram empregados. “Existia uma deficiência no mercado de pessoas na área, todos os engenheiros eletricistas que atuavam no estado eram de Campina Grande ou de Recife. Hoje o mercado é muito mais competitivo, ele existe uma especialização, o profissional tem que ser diferente em termos de conhecimento. Nisso a Universidade investe muito, em termos de condição de ensino, o aluno que, realmente, se esforçar sai um bom profissional”, finaliza.

Humberto Noleto, também egresso da primeira turma de Elétrica da Unifor, optou por não trabalhar em empresas públicas. Logo que saiu da graduação começou a empreender: era o começo da Nova Engenharia, fruto da parceria de uma vida com sua esposa e sócia, Vera Monteiro. A relação de parceria teve início ainda na graduação, ela, aluna do curso de Engenharia Civil, e ele, aluno do curso de Engenharia Elétrica. “Vera foi aluna da segunda turma da Civil nos encontramos na faculdade, quando concluímos a graduação já começamos a empresa”, relata Noleto.

A graduação proporcionou diversas experiências profissionais para Humberto. “Logo que entrei na Unifor comecei a estagiar na Hidrel, uma empresa que fazia instalações, de lá consegui uma vaga na E-Mil Engenharia Montagem Limitada, depois prestei concurso e passei para ser estagiário da TeleCeará, e ainda tive a experiência de trabalhar na Pillar Engenharia”, relembra.

Vindo de Floriano, interior do Piauí, as oportunidades na capital o fizeram agarrar todos os desafios, fruto disso são mais de 750 projetos por Fortaleza, em parceria com empresas de renome nacional.  

O engenheiro guarda fortes lembranças do seu tempo de Unifor. “Buscamos sempre estar em contato com os colegas, marcamos reuniões em datas comemorativas, agora mesmo estamos organizando mais uma aula da saudade. Guardo com muita admiração professores que tive, como o Costinha e o sr. Genoíno, os melhores professores que tive na vida”, conclui.

Engenharia Elétrica na Unifor

O curso de Engenharia Elétrica é para quem quer trabalhar com a geração, distribuição, tratamento e armazenamento da energia elétrica. Avaliado como o melhor do Norte/Nordeste pelo Ranking Universitário do jornal Folha de S. Paulo, avaliação anual do ensino superior do Brasil feita desde 2012, o curso é destinado para quem deseja se qualificar para atuar com automação industrial e predial, sistemas de medição e controle elétrico e eletrônico, manutenção elétrica industrial e estar apto a assumir funções em diversos tipos de empresa que usam a energia nos seus processos de trabalho.

Processo Seletivo 2019.1

A Unifor está com inscrições abertas para o Processo Seletivo 2019.1. Nesta etapa serão utilizados dois critérios para a seleção: Prova e a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

 

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

Baixe a versão para impressão do gabarito em PDF. Imprima em A4, em escala 100%.

Baixe o PDF
Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.