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Qui, 11 Abril 2019 13:36

Unifor abre processo seletivo 2019.2 com descontos, parcelamentos e financiamentos

Os benefícios financeiros contemplam alunos novos, atuais e egressos, bem como de outras instituições de ensino superior


Confira as vantagens financeiras em forma de descontos, parcelamentos e financiamentos para os alunos. Foto: Ares Soares.
Confira as vantagens financeiras em forma de descontos, parcelamentos e financiamentos para os alunos. Foto: Ares Soares.

A Universidade de Fortaleza, desde o dia 8 de abril, iniciou o processo de inscrição para o Processo Seletivo 2019.2, com muitas novidades. A principal delas são as vantagens financeiras, em forma de descontos, parcelamentos e financiamentos para o aluno que ingressar no segundo semestre de 2019. Também tem a inauguração do novo campus para Medicina Veterinária e mudanças em grades curriculares dos cursos de gestão, Educação Física e Ciência da Computação.

Os cursos noturnos estão com mensalidades 20% mais baixas durante toda a graduação, com exceção de Cinema e Audiovisual e Comércio Exterior. A medida beneficia tanto os alunos novatos e graduados como os de outras instituições de ensino superior que desejam transferir-se para a Unifor.

Parcelamento

A Unifor adotou também o parcelamento próprio da graduação para todos os seus cursos (com exceção de Medicina e Odontologia), sem acréscimo de juros. Durante a graduação, o aluno só paga 50% do valor da mensalidade. A diferença só será paga após a conclusão, pelo mesmo período do curso. Vale ressaltar que os alunos também podem financiar a sua graduação por meio do FIES (Ministério da Educação) e do P-FIES (Banco do Nordeste).

Para os egressos da Unifor que desejarem fazer segunda graduação, o desconto é de 20% nas mensalidades, em qualquer turno. Já funcionários de instituições conveniadas também serão beneficiados com descontos de 10 a 15% nas mensalidades. Há ainda descontos para membros do mesmo grupo familiar e para o aluno que opte pela quitação antecipada do semestre.

Outros benefícios

A Unifor disponibiliza aos seus alunos outros benefícios indiretos, que acabam por representar ganhos financeiros significativos. O principal deles é a política de bolsas, com valores variados, de acordo com a sua natureza: arte, esporte e monitoria. E, caso o aluno ou o seu responsável financeiro perca o emprego, o Seguro Educacional cobrirá o pagamento integral de até seis mensalidades do semestre em curso.

Medicina Veterinária

A Unifor está entregando novo campus para abrigar laboratórios e clínicas do curso de Medicina Veterinária, baseado no modelo fazenda-escola. O projeto, iniciado com a entrega do Centro de Treinamento em 2017, terá continuidade em abril deste ano com a inauguração dos blocos de Nutrição Animal e de Patologia Veterinária. Até o final de 2019, a estrutura ganhará o reforço de blocos de procedimentos cirúrgicos e de clínicas de animais de pequeno e médio portes.

Educação Física

A grade curricular do curso de Educação Física da Unifor mudou. Baseada na formação por competência, novas modalidades foram agregadas ao currículo, como treinamento funcional, personal trainer, grupos de corrida e empreendedorismo.

O aluno de Educação Física da Unifor pode optar por dois tipos de “trilhas”, de acordo com as suas necessidades. Na trilha padrão, o tempo de curso continua o mesmo: quatro anos para o bacharelado e três anos e meio para a licenciatura. Mas ao invés do modelo de créditos, o aluno fará semestres fechados, com uma mensalidade fixa. Já na trilha estendida, o aluno opta por um tempo de graduação maior, mas com mensalidades mais baixas.

Ciência da Computação

A nova metodologia do curso incentiva atuação mais proativa do aluno no processo de formação. Além do conhecimento que envolve toda a formação de um Cientista da Computação, o aluno deve saber trabalhar em equipe, ser ético, comunicar-se e saber articular conhecimentos distintos na resolução de problemas.

Cursos de Gestão

Os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Comércio Exterior e Economia passaram a operar em modelo seriado, permitindo que o aluno planeje melhor sua formação, a partir de duas modalidades. No fluxo regular, o aluno cursa semestres programados e paga uma mensalidade fixa. Por sua vez, no fluxo estendido, o aluno cursa menos disciplinas por semestre, pagando mensalidade igualmente fixa, porém mais baixa, com um maior tempo de integralização curricular. Ou seja: no fluxo regular, o aluno concluirá o curso em 4 anos, e no fluxo estendido, em 6 anos.

Serviço

A prova para todos os cursos será realizada dia 19 de maio, às 8h, no Campus da Unifor. Serão provas diferentes de acordo com o curso desejado. Para os cursos de Bacharelado e Licenciatura (inclusive Medicina), a prova terá duração de 4h30 e contará com 60 questões de múltipla escolha, além da Redação. A prova para os Cursos Superiores de Tecnologia terá duração de 3h30, e terá 30 questões de múltipla escolha, mais Redação. A inscrição pode ser feita no site https://www.unifor.br/web/graduacao/processo-seletivo/inscricoes

Cursos noturnos em oferta
Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Direito, Energias Renováveis, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Eventos, Marketing, Odontologia e Psicologia.

Mais informações: (85) 3477.340

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.