angle-left Unifor presente no XV Congresso Internacional de Psicologia Ambiental (PSICAMB)

Ter, 16 Julho 2019 14:02

Unifor presente no XV Congresso Internacional de Psicologia Ambiental (PSICAMB)

Universidad de La Laguna-Tenerife/Espanha. Foto: Arquivo pessoal.
Universidad de La Laguna-Tenerife/Espanha. Foto: Arquivo pessoal.

Sob a temática "Comunidad, recursos y sostenibilidad: el reto de los territorios ( Comunidade, recursos e sustentabilidade: o foco dos territórios)", acontece na Universidad de La Laguna-Tenerife/Espanha, o XV Congreso Internacional de Psicología Ambiental - PSICAMB, de 16 a 20.07.2019.

O referido congresso apresenta como principal objetivo difundir os recentes estudos desenvolvidos no âmbito da interação Pessoa-Ambiente, tanto a nível acadêmico quanto profissional. O congresso toma também como foco desta edição a apresentação de debates que contemplam os últimos avanços na pesquisa sobre psicologia ambiental e suas respectivas intervenções, divulgando assim os conhecimentos elaborados, novos pontos de vista e experiências no campo em questão.

O referido evento constitui-se ainda como uma possibilidade de aproximações e colaborações acadêmicas entre profissionais para a integração de realidades e promoção da inovação científica no campo.

Dos 185 trabalhos recebidos, o comitê cientifico, após minuciosa revisão, selecionou os estudos que compõem as apresentações desta edição. Destes merecem destaque 7 estudos em desenvolvimento na Universidade de Fortaleza, em específico dos laboratórios OTIUM (Grupo de Estudos Multidisciplinares sobre Ócio e Tempo Livre) e LERHA (Laboratório de Estudos das Relações Humano-Ambientais), ambos do Programa de Pós-Graduação em Psicologia e respectivamente coordenados pelos Profs. Drs. José Clerton Martins e Karla Ferreira.

A seguir são apontados os referidos trabalhos selecionados, sendo os três primeiros referentes a pesquisas desenvolvidas/em desenvolvimento no âmbito do Laboratório OTIUM, e os seguintes a partir de pesquisas desenvolvidas/em desenvolvimento pelo Laboratório LERHA

"A prática esportiva como portencializadora para a humanização do espaço" de Zuleika Araujo, Érica Vila Real Montefusco, ambas doutorandas do PPGP, e José Clerton Martins, do Laboratório OTIUM.

"Territorializações na velhice: um estudo etnográfico com idosos da Comunidade Prainha do Canto Verde/Brasil, resultado de Pesquisa em processo no PPGP no âmbito do Laboratório OTIUM e com a participação de dois alunos egressos da Unifor e hoje colaboradores do OTIUM: Francisco Welligton de S. Barbosa Jr ( Univesidade de Aveiro/Portugal) e Laís Duarte de Moraes (Universidade de Braga/Portugal) e José Clerton Martins (Coordenador da Pesquisa).

"A cidade e o silêncio: representações a partir de um estudo quantiqualitativo em Fortaleza-CE/Brasil", de Berta Lúcia N. Ponte, Marlo Renan Rocha Lopes e José Clerton Martins (orientador da pesquisa). Este trabalho resulta do tema de dissertação recentemente defendida no âmbito do mestrado em psicologia da Unifor.

"Percepções ambientais do utilizadores de uma horta urbana", de Rochele de Arruda Moura, Adria de Arruda Moura Freire, Maria Eniana Araújo G. Pacheco, Gledison Ferreira e Karla Patrícia M. Ferreira.

"A prisão em multidimensões ambientais- uma análise a partir da narrativa de presos e agentes", de Nathalie Guerra C. Albuquerque, Sylvia Cavalcante e Karla Patricia M. Ferreira.

"Apropriações do Espaço Urbano - um estudo no bairro Cidade 2000", de Marília Diógenes Oliveira, Sylvia Cavalcante, Karla Patricia M. Ferreira e Rafaela Macêdo Vasconcelos 

"Tragédia  ambiental, remoções e vínculos afetivos: o caso de Brumadinho, Minas Gerais/Brasil", de José Airton N. Diógenes Baquit,  Larissa de Carvalho Porto e Karla Patrícia M. Ferreira.

Os estudos sobre psicologia ambiental no Brasil demarcam a Unifor como uma das pioneira no país, tendo a Professora egressa do PPGP da Unifor Dra. Sylvia Cavalcante como uma das referências nacionais no segmento em foco.

Os estudos neste campo seguem a tradição do pioneirismo da Unifor agregando novos diálogos e aprofundamentos, motivo do interesse nacional e não apenas como se pode observar.

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.