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Ter, 8 Setembro 2020 19:32

Bolsas, estágios e incentivos: oportunidades dentro do campus

Confira depoimentos de alunos que são bolsistas e estagiários dentro da Universidade de Fortaleza e entenda como esses benefícios influenciaram suas vidas.


Ana Karla Araújo, 22 anos, é aluna do curso de Educação Física e estagiária da Divisão de Assuntos Desportivos (DAD). (Foto: arquivo pessoal)
Ana Karla Araújo, 22 anos, é aluna do curso de Educação Física e estagiária da Divisão de Assuntos Desportivos (DAD). (Foto: arquivo pessoal)

A oportunidade de ter uma experiência profissional ou acadêmica remunerada costuma ser uma busca corriqueira dos alunos de graduação. Algumas das opções para essa procura possuem ainda um adicional de conveniência quando se é possível encontrar essas chances dentro da própria instituição de ensino na qual se estuda.

Na Universidade de Fortaleza, da Fundação Edson Queiroz, os estudantes têm acesso a oportunidades como essas. Dentre os benefícios existem bolsas de pesquisa, iniciação científica e monitoria; estágios remunerados em diversos setores da Unifor, em diversas áreas de atuação; e também ajudas de custo em alguns programas e grupos acadêmicos.

Confira abaixo os depoimentos de alguns alunos que usufruem desses benefícios, tendo suas vidas modificadas pelas oportunidades que surgem por meio delas. 

Experiências e oportunidades

Ana Karla Araújo, 22 anos, é aluna do curso de Educação Física e estagiária da Divisão de Assuntos Desportivos (DAD). Ela conta que ficou sabendo da vaga de estágio pela coordenação do seu curso e que o valor que recebe da atividade a auxilia em sua renda mensal. “É uma ajuda de custo que contribui para os meus gastos pessoais. Faz com que eu crie uma maior responsabilidade financeira”, explica.

“Com o estágio aprendi a ser mais responsável, a assumir compromissos e a adquirir conhecimento técnicos e práticos para minha vida profissional.”
‒ Ana Karla Araújo, 22 anos, aluna e estagiária da Divisão de Assuntos Desportivos (DAD)

A estudante acredita que ter essas chances de renda dentro da própria Unifor é algo importante, além de uma possível efetivação futura. “É uma oportunidade de conhecer o mercado de uma área tão importante na Educação Física que é a gestão esportiva, além de fazer um ótimo networking com profissionais do ramo”, comenta Ana Karla.
 


Emanuel Chagas, 23 anos, é aluno do curso de Educação Física e bolsista esportivo de Jiu-jitsu na Unifor. Ele conta que ficou sabendo da bolsa pela DAD e que recebeu o benefício após ser consagrado campeão brasileiro universitário na categoria faixa “azul adulto leve” em 2019. “Essa bolsa é muito importante para mim, pois não pago meus estudos e isso é um alívio muito grande nas finanças. Isso já me motiva a querer conquistar mais benefícios através do esporte”, explica.

O atleta afirma que o esporte sempre esteve presente em sua vida e que, após o ensino médio, percebeu que seria um futuro profissional de Educação Física. “Essa experiência como atleta me fez vivenciar na prática o que é o rendimento esportivo, me fez ser uma pessoa mais dedicada, mais responsável com algumas obrigações da vida. Me fez ser mais persistente e resistente!”, completa Emanuel.

“Acredito que na vida você precisa dar o máximo sem pensar no que você ganha em troca. Uma hora você é recompensado por suas atitudes e comportamentos!”
‒ Emanuel Chagas, 23 anos, aluno e bolsista esportivo de Jiu-jitsu.

 


Felipe Maia, 32 anos, é aluno do curso de Análise de Desenvolvimento de Sistemas e estagiário do Programa de Formação e Integração do Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação (NATI). “Estar em um ambiente propício à inovação e aprendizagem, estudando e trabalhando cercado de profissionais da área, ajuda muito no desenvolvimento das atividades e no meu desenvolvimento como profissional”, comenta.

“Saber que com o salário do meu trabalho pago a Universidade, que me gera mais conhecimento e oportunidades de mercado, sem dúvidas, me motiva e me dá a sensação que estou conseguindo construir cada pedaço da minha estrada profissional.”
‒ Felipe Maia, 32 anos, aluno e estagiário do Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação (NATI).

Segundo Felipe, o fato de possuir um background na área administrativa, aliado a questão de estar estudando a área de Tecnologia da Informação, trouxe muito de positivo para si. “[Isso] me proporcionou oportunidades fantásticas de atuar em projetos de tecnologia com participação de outras áreas, me mostrando que o desenvolvimento de sistemas vai muito além de codificação”.
 


Bruno Ponte, 23 anos, é aluno do curso de Psicologia e ator do grupo Mirante de Teatro desde 2017. Assim como todos os integrantes do time artístico, o estudante recebe uma ajuda de custo mensal por participar da iniciativa ‒ o que considerou um fator relevante ao ingressar no grupo. “Antes eu nunca havia recebido nada de dinheiro, nunca tive um emprego formal. Tudo que eu tenho ganhado nos últimos anos têm sido de bolsas e ajuda de custo”, pontua.

Bruno também já foi bolsista de iniciação científica do Laboratório de Estudos sobre Processos de Exclusão Social (LEPES) por dois anos. Além de ver a oportunidade como uma importante introdução ao universo científico em sua jornada de formação acadêmica, o ator diz que “o auxílio financeiro é uma recompensa digna de receber pelo trabalho que estamos realizando”. Ele pretende fazer mestrado e doutorado e revela que está guardando o dinheiro das bolsas e auxílios para ajudar na construção desse sonho.

“A Unifor tem sido muito engrandecedora para mim academicamente, profissionalmente e artisticamente. Tenho me desenvolvido muito e esses auxílios financeiros são uma recompensa bem legal e construtiva para a gente ter esse retorno.”
‒ Bruno Ponte, 23 anos, aluno e integrante do grupo Mirante de Teatro