angle-left Seu Sucesso nos Interessa: conheça egressos da unifor que se destacam em sua profissão

Sex, 26 Julho 2019 18:11

Seu Sucesso nos Interessa: conheça egressos da unifor que se destacam em sua profissão

Durante os meses de junho e julho, o projeto apresenta histórias de profissionais que trilham carreira de sucesso em diferentes áreas de formação.


Larissa Gurgel, formada em Fonoaudiologia pela Unifor (Foto: Alian Minerva)
Larissa Gurgel, formada em Fonoaudiologia pela Unifor (Foto: Alian Minerva)

Diversos podem ser os caminhos percorridos pelos estudantes da Universidade de Fortaleza desde o início da graduação até o término dela. Após a conclusão do curso, alguns têm a sua trajetória marcada pela inserção no mercado de trabalho e, para outros, a inserção na carreira acadêmica.

Com o objetivo de exaltar histórias de sucesso de alunos egressos da Unifor, o projeto Seu Sucesso Nos Interessa divulga, durante os meses de junho e julho, depoimentos de ex-alunos de graduação da Universidade de Fortaleza com carreira de destaque.

Confira a seguir histórias de ex-alunos que obtiveram êxito em diferentes trajetórias:

Larissa Gurgel, Fonoaudióloga

Larissa Gurgel é bacharel em Fonoaudiologia, especialista em Audiologia e mestre em Educação e Saúde. Atualmente trabalha como responsável técnica da Auditiv Soluções Auditivas, é coordenadora de audiologia da Clínica Otos e trabalha na Clínica Vivare no grupo Casa de Implante Coclear.

“A minha relação com o curso sempre foi muito agradável. Os professores eram muito acolhedores, todos nos incentivando a fazer coisas diferenciadas. O curso tem uma excelente formação principalmente na área prática, o que me incentivou a concorrer a uma bolsa de estudos para ficar no NAMI após a minha formatura fazendo um aperfeiçoamento na área de audiologia”, afirma.

O curso de Fonoaudiologia da Unifor possui currículo integrado, com visão generalista e baseado em competências. Isso possibilita ao aluno uma experiência teórico-prática desde o primeiro semestre. A proposta do curso está pautada em uma matriz por competências e fundamentada nas diretrizes curriculares nacionais, ofertada na modalidade de bacharelado, com finalização em 4 anos ou até em 3 anos e meio.

“Tive a oportunidade de montar a minha própria clínica de aparelhos auditivos com dois sócios e estou expandindo lojas para Salvador (BA). Eu devo muito à Unifor por ter me dado todas essas oportunidades de engrandecer, de ter feito parte do corpo docente, de ter feito parte de coordenação, de ter tido esse contato com os alunos, o engrandecimento é diário”, comenta.

 

 

Roberta Aguiar, Arquiteta

Roberta Aguiar ingressou na Universidade de Fortaleza pela primeira vez em 1999, no curso de Farmácia. Após três anos, decidiu mudar para Arquitetura e Urbanismo, se graduando em 2008. Atualmente, Roberta é aluna do Programa de Pós-graduação em Psicologia da Unifor.  

“O que me motivou a vir estudar na Unifor foram as avaliações do curso de Arquitetura e Urbanismo no MEC. O curso está sempre bem posicionado. A grade de professores, estrutura, laboratórios, tudo isso é relevante para escolher um curso de Arquitetura, afinal precisamos de laboratórios completos, pranchetas, computadores e etc. que ofereçam suporte ao nosso trabalho e profissão futura”, ressalta.

No curso de Arquitetura e Urbanismo, a Unifor forma profissionais com currículos flexíveis e atualizados dentro do que o mercado exige e preparando-os para a pesquisa acadêmica. A formação investe em atividades extracurriculares por meio de programas de intercâmbio acadêmico internacional e de visitas técnicas guiadas por docentes a cidades históricas brasileiras.

“A formação na Unifor foi bem integral, tínhamos aulas de história da arte, história da arquitetura, design, etc.. Esse leque de possibilidades me fez ir além do que eu imaginava. Foi através da minha formação que hoje eu cheguei onde estou profissionalmente, com habilidades para ingressar no urbanismo, na arquitetura, no paisagismo, no design e em outras áreas afins”, comenta.

 

 

Júlia Norões, Analista de Projetos e Processos

Júlia Norões é bacharel em Administração pela Universidade de Fortaleza e possui MBA em Gerenciamento de Portfólio de Projetos e Processos também pela Unifor. Atua como analista de Processos na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

“No 2° semestre tive a oportunidade de ingressar em um projeto de pesquisa, uma parceria entre a Unifor e o CNPq. Durante esse ano como bolsista, trabalhei junto aos mestrandos da Unifor e desenvolvi projetos importantes, como elaboração e apresentação de um artigo no Mundo Unifor e a elaboração de um artigo junto com o meu professor orientador que foi apresentado na USP e publicado numa revista de administração da Universidade”, comenta.  

O curso de Administração da Unifor promove anualmente o evento Encontro de Pesquisa em Gestão (INPACTO), que tem por objetivo incentivar jovens talentos no campo da pesquisa científica em Administração e iniciar sua preparação para futuros programas de Pós-Graduação.

“Após a minha pesquisa de gerenciamento de projetos me identifiquei muito com a área e ao final da minha graduação, em 2016, procurei outras opções de especialização e novamente escolhi a Unifor, onde cursei MBA de Gerenciamento de Portfólio de Projetos e Processos e isso me abriu um outro leque de oportunidades. Pude conhecer profissionais da área, entender o que eles realmente faziam, me engajar organizar eventos sobre o tema, e atuar como monitora”, ressalta.

 

 

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.