angle-left Aberta nova temporada do projeto “Férias na Unifor”

Seg, 24 Junho 2019 10:02

Aberta nova temporada do projeto “Férias na Unifor”

De 28 de junho a 28 de julho público poderá conferir peças teatrais, exposições e aproveitar área verde do Campus Unifor.


O Campus Unifor oferece uma agradável área verde aos fins de semana (Foto: Ares Soares)
O Campus Unifor oferece uma agradável área verde aos fins de semana (Foto: Ares Soares)

As férias estão chegando e para muitos este período significa lazer e descanso. Pensando no bem-estar de todos, a Universidade de Fortaleza (Unifor) apresenta a programação do projeto “Férias na Unifor”, de 28 de junho a 28 de julho e convida todos a curtir desde peças teatrais e exposições até um sossegado piquenique pela área verde do Campus.

Teatro

Sob a realização da Vice-Reitoria de Extensão da Unifor, por meio da Divisão de Arte, Cultura e Eventos, ainda no final do mês de junho, o Teatro Celina Queiroz recebe o espetáculo “O Escândalo Philippe Dussaert”, com o ator Marcos Caruso. A peça investiga com fino humor os limites da arte contemporânea e as polêmicas em torno do assunto, através da história de um escândalo do pintor francês Philippe Dussaert. Será nos dias 28 e 29 de junho, sexta às 21h e sábado com duas sessões, às 19h e às 21h.

  • Mostra Repertório do Grupo Mirante de Teatro Unifor

Também no Teatro Celina Queiroz a criançada e os adultos poderão assistir a quatro peças durante o mês de julho. O Grupo Mirante de Teatro Unifor comemora seu 35º aniversário com uma mostra repertório, apresentando as seguintes peças nos respectivos dias: “O Pequeno Príncipe”, dias 6 e 7 de julho; “Pequena Sereia”, dias 13 e 14 de julho; “A Cigarra e a Formiga”, dias 20 e 21 de julho; “As aventuras de Dom Quixote”, dias 27 e 28 de julho, sempre no horário das 17h.

Portanto, abre a temporada a peça “O Pequeno Príncipe”, que conta com toda a poeticidade e magia que envolvem a história do principezinho. O público poderá ouvir sobre os planetas que ele visitou em busca de sabedoria, vindo parar na Terra, onde logo conheceu a maliciosa serpente e em seguida a cativante raposa, com quem ele aprendeu o verdadeiro sentido da amizade e sua lição mais importante: “só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”.

Músicas, movimentos circenses, técnicas de representação, cenários, figurinos e adereços que presentificam os universos do fundo do mar e da terra são utilizados para falar poeticamente no espetáculo “Pequena Sereia”. A proposta da interculturalidade também está presente na dramaturgia, que mescla um clássico conto do século XIX, de Hans Christian Andersen, e uma lenda cearense – A Pedra da Moça –, ouvida no município de Icapuí, litoral leste do estado.

“A Cigarra e a Formiga”, por sua vez, conta uma comovente estória versando sobre arte, diferenças, solidariedade, amor, respeito, determinação, disciplina e, sobretudo, o que para as crianças parece ser mais fácil que para os adultos: a superação dos próprios limites. Tudo isso num espetáculo cheio de brilho e com ritmos diversos, de encher os olhos e agradar os ouvidos de pessoas de qualquer idade.

O musical “As Aventuras de Dom Quixote” resume as mais de 1.200 páginas da obra original num enredo que valoriza a ação, o movimento e as mais divertidas aventuras vividas pela dupla: o exército de carneiros, os moinhos de vento, o elmo de Mambrino, os monges feiticeiros, tudo isso em meio às fartas declarações de amor de Dom Quixote à sua formosa donzela Dulcineia del Toboso.

Música

Um encontro de belas vozes, acordes afinados e muito aprendizado é o que você encontra no Festival Eleazar de Carvalho, no campus da Unifor. O evento de música clássica já faz parte do calendário nacional e acontece com a realização de oficinas e cursos, além da apresentação de orquestras, conjuntos de câmara, óperas, recitais, corais e bandas. A direção artística do festival fica a cargo de Sônia Muniz Carvalho, viúva do maestro Eleazar de Carvalho.

Os participantes do evento (professores, escolas e universidades de vários estados brasileiros e de outros países) terão a oportunidade de interagir com um corpo docente renomado no cenário artístico brasileiro e internacional, além da possibilidade de conviver e de trocar experiências com alunos vindos de diversas partes do mundo.

O Concurso Jovens Solistas e Regentes é um destaque a parte que oferece aos vencedores a oportunidade de atuar como solistas e regentes na edição seguinte do Festival Eleazar de Carvalho. O objetivo é valorizar e dar repercussão ao trabalho de jovens músicos de talento. Além disso, ao oferecer apresentações abertas e gratuitas, o Festival Eleazar de Carvalho contribui para a formação de público de música erudita, gênero nem sempre acessível ou difundido.

Os concertos acontecem diariamente, de segunda a sexta, no período de 30 de junho a 21 de julho, sempre às 19h, no Teatro Celina Queiroz. Já a solenidade de abertura e o concerto especial de encerramento acontecem em dois domingos, 30 de junho e 21 de julho, respectivamente, também às 19h, no Teatro Celina Queiroz. A programação é gratuita e aberta ao público.

Arte e Cultura

Em comemoração aos 45 anos da Unifor, a Fundação Edson Queiroz realiza a exposição “Da Terra Brasilis à Aldeia Global”, reunindo 277 obras dos principais artistas brasileiros e de estrangeiros que retrataram o Brasil, abrangendo arco temporal que se estende do século XVI ao século XXI, iniciando com o livro America Tertia Pars, publicado na Europa em 1592, e finalizando com obras contemporâneas. A exposição, com curadoria de Denise Mattar, reúne parte do acervo da Fundação Edson Queiroz e acontece até julho de 2019, no Espaço Cultural Unifor.

De 21 de março a 11 de agosto de 2019, a Fundação Edson Queiroz apresenta exposição com 77 obras de sua coleção no Espaço Cultural Unifor. A exposição “Arte Moderna na Coleção Fundação Edson Queiroz” reúne algumas das mais expressivas obras de arte moderna criadas por artistas brasileiros ou radicados no Brasil das décadas de 1920 a 1960. Com curadoria de Regina Teixeira de Barros, a exposição esteve em itinerância pelo Brasil e Europa desde 2015. Agora o público cearense terá a oportunidade de apreciar essa exposição viajante, gratuitamente.

Projeto de contação de histórias com o Grupo Mirante de Teatro Unifor. As apresentações acontecem aos sábados, a partir das 16h e têm uma linguagem voltada para o público infantil, onde levarão as crianças para um mundo lúdico e mágico. A entrada é gratuita, no Espaço Cultural Unifor.

A biblioteca tem como destaques ainda as publicações do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro de 1840 a 1964, assim como o Arquivo da História do Ceará organizado por Thomaz Pompeu Gomes de Matos e o acervo de Francisco Pati, escritor, advogado e conselheiro da Bienal Internacional de São Paulo. Abriga ainda a Coleção Os Sertões - contendo a primeira edição - doada pelo bibliófilo cearense Pádua Lopes e a rica Coleção Brasiliana, um grupo de livros raros sobre o Brasil que datam desde o século XVI.

Área Verde

Uma excelente opção de lazer é o Campus Unifor, que está aberto ao público nos fins de semana para visitação. O visitante poderá desfrutar na companhia da família e de amigos, aos sábados e domingos, no horário das 8h às 17h. O Campus oferece espaços para piqueniques, passeios de bicicleta, prática de esportes, como vôlei, basquete e futebol, e tudo isso em meio a uma belíssima área verde. O projeto de abertura do campus livre aos finais de semana é realização da Fundação Edson Queiroz, mantenedora da Universidade. Trata-se de projeto de cunho social da Fundação, promovendo mais um espaço de lazer e cultura aos moradores da cidade.

A programação do fim de semana é divulgada semanalmente em: https://www.unifor.br/campus-unifor

Serviço

O Escândalo Philippe Dussaert
Dias 28 e 29 de junho de 2019
Sessões: Sexta-feira, às 21h; e Sábado, às 19h e às 21h
Local: Teatro Celina Queiroz
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Mostra Repertório Grupo Mirante de Teatro Unifor
06 e 07 de julho de 2019: O Pequeno Príncipe
13 e 14 de julho de 2019: Pequena Sereia
20 e 21 de julho de 2019: A Cigarra e a Formiga
27 e 28 de julho de 2019: As Aventuras de Dom Quixote
Sessões: Sábados e domingos, às 17h
Local: Teatro Celina Queiroz
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia)

Exposições “Da Terra Brasilis à Aldeia Global – Coleção Fundação Edson Queiroz” e “Arte Moderna na Coleção da Fundação Edson Queiroz”
Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 19h; sábados e domingos, das 10h às 18h
Local: Espaço Cultural Unifor, Prédio da Reitoria Unifor (Av. Washington Soares, 1321. Edson Queiroz. Fortaleza-CE)
Acesso gratuito
Mais informações: (85) 3477.3319 

Projeto Tarde com Arte
Apresentações aos sábados, a partir das 16h
No Espaço Cultural Unifor
Acesso gratuito
Mais informações: (85) 3477.3311

Biblioteca de Acervos Especiais Unifor
De segunda a sexta-feira, de 8h às 12h, 14h às 18h, e aos sábados mediante agendamento 
1º piso do Prédio da Reitoria Unifor
Acesso gratuito
Agendamento de visitas: (85) 3477.3823

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.