angle-left Em clima de arte, cultura e lazer, Unifor tem programação especial para o mês de julho

Qui, 28 Junho 2018 15:10

Em clima de arte, cultura e lazer, Unifor tem programação especial para o mês de julho

As atividades são destinadas a alunos, colaboradores e visitantes de todas as idades.


O Campus Unifor oferece uma agradável área verde aos fins de semana (Foto: Ares Soares)
O Campus Unifor oferece uma agradável área verde aos fins de semana (Foto: Ares Soares)

Com a chegada das férias de julho, cresce a procura por atrações de entretenimento voltadas para todas as idades. Pensando nisso, a Universidade de Fortaleza preparou para esse período programação especial para alunos, colaboradores e o público em geral. As atrações permeiam as artes plásticas, o teatro, a fotografia, a literatura e a música, além de proporcionar momentos de lazer e de estímulo à atividade física.

Confira a seguir a programação e faça a sua agenda de lazer e diversão em julho no Campus Unifor.

 

 

270 obras retratam a história do Brasil

Com obras raras e imagens históricas do Brasil antigo com seus costumes e povos, a exposição “Da Terra Brasilis à Aldeia Global” conta, por meio de artes plásticas, a história do Brasil, da monarquia às obras contemporâneas do século XXI.

A atividade é gratuita e está aberta ao público de terça a sexta, das 9h às 19h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, no Espaço Cultural Unifor.

Mais informações: (85) 3477.3319 e 3477.3818.

 

 

Mostra fotográfica revela 45 anos da história da Unifor

Com entrada gratuita, a dica é visitar a mostra fotográfica "Um Sonho em Movimento”. A atividade conta, com riqueza de detalhes, a trajetória dos 45 anos da Unifor e constata, com imagens marcantes, que a Universidade mudou a região com um projeto ambicioso na educação cearense. A mostra conta com 54 fotos impressas, além de outras digitalizadas e vídeos que relatam a história que se inicia em 1973 e vai até os dias atuais.

A população pode visitar a mostra fotográfica de segunda a sexta, das 8h30 às 21h, e aos sábados, de 8h30 às 13h, no Hall da Biblioteca Central.

Mais informações: (85) 3477.3311.

 

 

Campus Unifor propicia momentos de lazer aos fins de semana

Aos amantes da natureza e do esporte, a Fundação Edson Queiroz disponibiliza em todos os finais de semana o Campus Unifor, com a universidade abrindo sua área verde para receber a todos com atividades como passeios ao ar livre, caminhada, ciclismo e piquenique. A Unifor convida todas as famílias e os amigos para aproveitar o clima agradável e a natureza exuberante presente no campus. Acontece, gratuitamente, aos sábados e domingos, das 8h às 17h. Os detalhes da programação são divulgados toda sexta-feira.

 

 

“A Cigarra e a Formiga” é a atração do Teatro Celina Queiroz

“A Cigarra e a Formiga” é o novo espetáculo teatral em cartaz no Teatro Celina Queiroz. Uma das fábulas clássicas ganha divertida versão pelo grupo Mirante de Teatro que trata da importância do trabalho em equipe e a subjetividade. Os espetáculos acontecem nos dias 7, 8, 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de julho, às 17h. Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).

Mais informações: (85) 3477.3311.

Tarde com Arte conta histórias para a criançada

Para o público infantil, a Unifor preparou nova temporada para o projeto Tarde com Arte, que utiliza abordagem lúdica e envolvente com contação de histórias e muitas vivências em momentos que envolvem arte e criatividade.

As contações acontecem aos sábados, a partir das 16h, no Espaço Cultural Unifor. A entrada é gratuita.

Mais informações: (85) 3477.3311 

 

 

Festival Eleazar de Carvalho reúne vozes, acordes afinados e muito aprendizado

Uma das mais tradicionais atrações da Unifor neste período de férias, o XX Festival Eleazar de Carvalho enche mais uma vez o campus da universidade de música erudita para todos os gostos. O festival acontece com a apresentação de orquestras, conjuntos de câmara, óperas, recitais, corais e bandas. A direção artística do festival fica a cargo de Sônia Muniz Carvalho, viúva do maestro Eleazar de Carvalho.

Professores, escolas e universidades de vários estados brasileiros e de outros países participam no evento, no qual têm a oportunidade de interagir com um corpo docente renomado no cenário artístico brasileiro e internacional, além da possibilidade de conviver e de trocar experiências com alunos vindos de diversas partes do mundo.

A atividade é gratuita e acontece de 8 a 22 de julho, no Teatro Celina Queiroz e na Praça Central da Universidade.

Mais informações: (85) 347.3311

Biblioteca Central tem acervo de 317 mil documentos, impressos e digitais

Na Unifor, você tem acesso a um dos maiores e mais qualificados acervos de universidades particulares do Estado e das regiões Norte e Nordeste. Instalada em área de 5 mil m², a Biblioteca Central da universidade possui 722 assentos para estudo individual ou em grupo. Seu sistema é informatizado e integrado com os demais sistemas da Universidade.

São mais de 95 mil títulos, totalizando mais de 317 mil documentos/obras nas áreas de ciências jurídicas, tecnológicas, saúde, comunicação e gestão, sendo 21 mil livros digitais. O vasto acervo é composto por livros, teses, dissertações, anais, vídeos analógicos e digitais, além de periódicos, que subsidiam de forma completa a busca por informações para auxiliar na sua formação.

Aberta ao público os sábados de 8h30 às 12h30. O acesso é gratuito.

Mais informações: (85) 3477.3162

Coleção Rachel de Queiroz apresenta preciosidades da autora cearense

A Coleção Rachel de Queiroz, espaço que reúne grande parte do acervo bibliográfico da escritora cearense, está aberto ao público, no 1º piso da Biblioteca Central da Unifor. O valioso acervo é composto de aproximadamente 3.100 itens, sendo 2.800 livros e cerca de 300 periódicos, incluindo preciosidades, como primeiras edições, livros autografados por grandes nomes da literatura brasileira e exemplares de edição limitada.

Rachel de Queiroz foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, tornando-se também a primeira escritora a se destacar na literatura da década de 30, ao lado de Graciliano Ramos e José Lins do Rego. A autora cearense, natural de Quixadá, também foi uma das mais fecundas tradutoras do Brasil, traduzindo mais de 100 obras.

Funciona no 1º piso da Biblioteca Central, segunda a sexta, das 8h30 às 17h, e aos sábados, de 8h30 às 13h. O acesso é gratuito.

Mais informações: (85) 3477.3169

 

 

Biblioteca Acervos Especiais reúne mais de 8 mil volumes raros

Um grande acervo com cerca de 8 mil volumes, entre livros e coleções raras nacionais e internacionais sobre literatura, artes, história do Ceará, biografias e direito, entre outros temas, está à disposição na Biblioteca Acervos Especiais da Unifor. Você tem acesso gratuito a um acervo composto por livros raros doados à Universidade de Fortaleza por diversos colecionadores, além de outros adquiridos para compor as salas especiais.

A biblioteca tem como destaques as publicações do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro de 1840 a 1964, assim como o Arquivo da História do Ceará organizado por Thomaz Pompeu Gomes de Matos e o acervo de Francisco Pati, escritor, advogado e conselheiro da Bienal Internacional de São Paulo.

O atendimento é de segunda a sexta, de 8 às 12h e de 14 às 18h, e aos sábados, sob agendamento.

Mais informações: (85) 3477.3823.

 

 

A natureza no meio da avenida Washington Soares

Inaugurado em abril deste ano, o Passeio Edson Queiroz, construído e mantido pela Fundação Edson Queiroz, leva o verde do campus da Unifor para o meio da avenida Washington Soares. O espaço é ideal para caminhadas e passeios de bicicleta, além de oferecer praças com bancos e jardins planejados. O espaço é aberto ao público, todos os dias, no canteiro central da avenida Washington Soares, em frente à Reitoria da Unifor.

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.