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Qua, 24 Julho 2019 17:08

Concludentes com melhores notas ganham bolsa de pós-graduação da Unifor

Incentivo ao desenvolvimento profissional, Bolsa Yolanda Queiroz é ofertada há 15 anos e agracia destaques de todos os Centros de Ciências.


Etelinda de Deus Araújo, melhor aluna do Centro de Ciências Tecnológicas em 2019.1 (Foto: Ares Soares)
Etelinda de Deus Araújo, melhor aluna do Centro de Ciências Tecnológicas em 2019.1 (Foto: Ares Soares)

A conclusão da graduação é um sonho para muitas pessoas. A continuidade do sonho, por meio da oportunidade de poder cursar uma pós-graduação, foi uma surpresa para as cinco vencedoras da Bolsa Yolanda Queiroz, durante a cerimônia da Colação de Grau Unifor 2019.1.

As cinco vencedoras foram Cecília Marchioni (Centro de Ciências da Saúde), Eliane Souza Leão (Centro de Ciências Jurídicas), Helena Dias (Centro de Ciências da Comunicação e Gestão), Roana Carenina (Cursos Superiores de Tecnologia) e Etelinda de Deus Araújo, (Centro de Ciências Tecnológicas), todas estudantes graduadas pela Universidade de Fortaleza.

Elas foram contemplados com a Bolsa Yolanda Queiroz, oferecida pela Fundação Edson Queiroz aos melhores estudantes de cada centro acadêmico da Universidade de Fortaleza, Unifor. A bolsa, destinadas aos cursos de Especialização e MBA, é válida durante 2 anos e é intransferível, se tornando um incentivo ao desempenho de alunos em sua formação e crescimento profissional.

Após a colação de grau, as cinco alunas contam qual foi a sensação ao receber a bolsa como prêmio acadêmico e como ela pode vir a acrescentar na futura carreira. Eles falam também sobre os próximos passos que são oferecidos pela bolsa Yolanda Queiroz.

“Ganhar a bolsa foi algo inacreditável”

Para Etelinda de Deus, graduada em Engenharia Mecânica, o sonho de continuar estudando logo após a graduação é uma sensação muito boa. “Eu já planejava continuar meus estudos com uma pós graduação na Unifor. Queria fazer a especialização em produção e manutenção industrial”, comenta com animação.

Etelinda contou que ganhar a bolsa de Centro de Ciências Tecnológicas foi algo inacreditável. “Ter a maior nota de Engenharia Mecânica já foi uma emoção muito grande. Foram mais de cinco anos de lutas e estudos. Quando ouvi meu nome, fiquei boquiaberta, sem conseguir acreditar”, afirma.

Amor que ultrapassa gerações

O desejo de realizar uma segunda graduação é o sonho de muitos formandos que querem continuar trilhando caminhos dentro do mundo acadêmico.

Aos 22 anos, Helena Dias, concluiu a graduação de Educação Física pela Unifor. Trabalhou por anos na área e quando seus filhos nasceram passou a trabalhar na empresa da família.

Quando sua filha foi aprovada no vestibular, Helena decidiu que iria fazer Administração na Unifor como segunda graduação. “Meu principal objetivo era aprofundar os conhecimentos na área em que eu já atuava”, pontua.

Para Helena, compartilhar horários e assuntos acadêmicos com seus filhos era bastante gratificante, com o passar do tempo de graduação, se envolveu com o curso e virou exemplo para seus filhos.

A Bolsa Yolanda Queiroz para a bacharel em Administração é uma honra imensurável, “foi o marco dos meus 50 anos. Fechando com chave de ouro”, comenta Helena, que completa 51 anos no dia 3 de agosto.

Para planos futuros, a bacharel em administração afirma que está analisando as diversas opções de cursos para optar de forma mais assertiva possível.

Tudo em seu tempo!

A emoção de ser contemplada com está premiação para Eliane Souza Leão, bacharel em Direito, é traduzida em gratidão. Para ela, foi tudo uma grande surpresa, pois havia passado por alguns obstáculos durante o período da graduação.

O curso de Direito na Unifor oferece uma formação humanista com foco na ética, responsabilidade social e fortalecimento dos valores constitucionais, preparando os estudantes para o exercício profissional nos mais diversos campos de atuação.

Da mesma forma que Helena, Eliane garante que irá avaliar com calma e quais rumos irá guiar nesta carreira que está iniciando, no entanto, ela ressalta: “planejo fazer um mestrado na área e prestar alguns concursos públicos”.

Eliane afirma que existe uma grande possibilidade de dedicar-se à advocacia, “o cidadão precisa acreditar que a justiça existe para todos”, ela comenta.

O esforço valeu a pena

Cecília Marchioni graduou-se em Psicologia e possui muito orgulho do seu curso. Ela acredita que através do prêmio pode levar cada mais reconhecimento e valorização para a graduação tanto na Universidade, quanto na comunidade em geral.

O curso de Psicologia da Unifor forma psicólogos generalistas, pluralistas, competentes e éticos. Os profissionais formados pela Unifor são capazes de atuar de forma preventiva e terapêutica.

Cecília planejava atuar exclusivamente na área clínica, no entanto, ser prestigiada como a melhor estudante do Centro de Ciências da Saúde, a fez refletir sobre seguir carreira acadêmica. “Hoje me sinto instigada a tentar um mestrado na minha área e quem sabe, daqui alguns anos, fazer parte do corpo docente desta Universidade”, declara.

Benefício incentivador

A graduada em Estética e Cosmética, Roana Carenina, finaliza: “tem um significado importante receber da universidade um benefício incentivador decorrente do esforço realizado durante toda a graduação”, ressalta.

Roana já queria realizar uma pós-graduação em sua área e a oportunidade com a Bolsa Yolanda surge para fomentar ainda mais esse sonho!

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.