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Ter, 19 Novembro 2019 10:37

Unifor também está entre as melhores universidades do mundo na área de Saúde

No curso de Medicina da Unifor, você é preparado para exercer uma profissão complexa, com muitas opções de atuação profissional no campo clínico (Foto: Ares Soares)
No curso de Medicina da Unifor, você é preparado para exercer uma profissão complexa, com muitas opções de atuação profissional no campo clínico (Foto: Ares Soares)

A Universidade de Fortaleza está entre as melhores instituições de ensino superior do mundo na área de saúde. A constatação é do Times Higher Education (THE), entidade britânica que produz a principal avaliação internacional de educação. A Universidade de Fortaleza está entre as 775 melhores universidades do mundo na área da saúde, sendo uma das três únicas particulares do Brasil e a única das regiões Norte e Nordeste a fazer parte do ranking mundial. No Brasil, entre particulares e privadas, apenas 32 universidades foram ranqueadas.

A avaliação da Times Higher Education leva em consideração critérios como qualidade de ensino, volume de publicações de pesquisa, citações em artigos científicos, transferência de conhecimento e projeção internacional.

Em 2019, a Universidade de Fortaleza obteve amplo reconhecimento internacional pela qualidade de ensino. Em junho, o THE já tinha ranqueado a Unifor entre as melhores universidades da América Latina e Caribe. Três meses depois, o THE colocou a Unifor também entre as melhores instituições de ensino superior do mundo.

Além de fazer parte dos dois rankings da Times Higher Education, a Universidade de Fortaleza passou a figurar em 2019 também no prestigiado QS World University Rankings, que, desde 2004, avalia o desempenho de instituições de ensino superior do mundo inteiro. A Unifor foi incluída em 2019 nos rankings da América Latina e dos Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) pela sua excelência no ensino e na pesquisa.

Pioneirismo e excelência

Segundo o vice-reitor de Ensino de Graduação da Universidade de Fortaleza, professor Henrique Sá, pioneirismo e qualidade são méritos dos cursos na área da Saúde desde a sua implantação. “Desde os primeiros passos da Universidade de Fortaleza, os cursos na área da Saúde já se destacavam ocupando não só um espaço de provimento de recursos humanos, como também explorando a pesquisa e a produção de conhecimento, além de serviços e ações de responsabilidade social. Posso citar o Núcleo de Atenção Médica Integrada (NAMI), por exemplo, que atualmente é um dos mais importantes equipamentos de saúde do Ceará, e o Núcleo de Biologia Experimental (Nubex), com ênfase em pesquisas principalmente nas áreas de biotecnologia e farmacologia”, avalia.

Ainda de acordo com o professor Henrique Sá, a participação da Universidade de Fortaleza no Times Higher Education demonstra o potencial de internacionalização do ensino. “Ser citada pela primeira vez reforça não só o êxito da Unifor na concepção da sua missão, mas também o reconhecimento internacional. A Universidade de Fortaleza está se orientando para se constituir como uma referência internacional, isso se dá não só pela qualidade dos seus produtos, mas também pelas parcerias que vem travando”, destaca Henrique Sá.

Unifor no RUF e Estadão

O desempenho da Universidade de Fortaleza também é bem avaliado por instituições brasileiras. Pelo oitavo ano consecutivo, a Universidade de Fortaleza foi eleita a melhor instituição de ensino superior particular do Norte e Nordeste, segundo a edição 2019 do Ranking Universitário Folha (RUF), divulgado em outubro, pelo jornal Folha de S. Paulo. Além disso, é a 10ª melhor do Brasil entre as particulares.

O RUF é uma avaliação anual do ensino superior do Brasil feita pela Folha desde 2012. Na edição de 2019 há dois produtos principais: o ranking de universidades e os rankings de cursos. No ranking de universidades estão classificadas todas as 197 universidades brasileiras, públicas e privadas, a partir de cinco indicadores: Pesquisa (peso 42), Ensino (peso 32), Mercado (peso 18), Inovação (peso 4) e Internacionalização (peso 4).

Dos 11 cursos da área de saúde da Unifor, oito (Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Odontologia e Psicologia) foram considerados os melhores pelo Ranking Universitário Folha entre todas as universidades particulares do Ceará.

Ainda em outubro, a Universidade de Fortaleza também foi destaque no ranking universitário do jornal O Estado de S. Paulo. A Universidade de Fortaleza foi a única instituição de educação superior particular do Ceará a ter curso de graduação com nota máxima no Guia da Faculdade. Além disso, foi disparadamente a universidade melhor ranqueada, com 27 cursos pontuados, sendo um nota 5, no caso o de Direito, e 19 nota 4.

A melhor entre as empreendedoras

A Universidade de Fortaleza também é a melhor instituição de ensino superior privada das regiões Norte e Nordeste segundo o Ranking de Universidades Empreendedoras 2019 (RUE), divulgado no final de outubro pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior).

Ao elaborar o ranking, a Brasil Júnior leva em consideração diversos indicadores, incluindo cultura empreendedora, projetos de extensão, acessibilidade entre os estudantes, inovação e pesquisa, internacionalização, infraestrutura e proximidade com o mercado, entre outros. No quesito infraestrutura, que leva em consideração a qualidade das instalações e do parque tecnológico, a Universidade de Fortaleza está entre as Top 10 do Brasil, na 7ª posição.

Universidade de Fortaleza na área de saúde *

  • A melhor do Norte e Nordeste
  • Entre as três melhores do Brasil
  • Entre as 775 melhores do mundo

* Fonte: Times Higher Education (THE)  entre as universidades particulares

Cursos do Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Fortaleza

Molde de máscara caseira

Molde da máscara

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Como fazer uma máscara caseira - passo 1

Passo 1

Recorte o tamanho mais adequado entre os modelos ao lado e prenda-o ao tecido com um alfinete. Corte o tecido usando o papel como guia. Repita o processo para ter quatro peças iguais

Como fazer uma máscara caseira - passo 2

Passo 2

Sobreponha duas peças, com a face que ficará exposta voltada para dentro. Costure a lateral e repita o processo com as outras duas peças. Faça os pontos próximos e arremate com nó nas extremidades. Use uma máquina de costura se tiver à disposição.

Como fazer uma máscara caseira - passo 3

Passo 3

Abra uma das peças, deixando a costura e a face que ficará escondida para baixo.

Como fazer uma máscara caseira - passo 4

Passo 4

Fixe as fitas nas extremidades usando um alfinete, deixando uma pequena sobra para fora. As fitas devem ficar “apontadas” para o centro. Se preferir, é possível usar um elástico no lugar das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 5

Passo 5

Sobreponha a outra peça costurada por cima, com a costura e o lado que ficará escondido para fora. Se tiver à disposição um material hidrofóbico, como TNT, acrescente mais uma camada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 6

Passo 6

Costure as duas peças, deixando um pequeno vão aberto em uma das laterias para a passagem das fitas. Para melhorar a vedação sobre o nariz, insira um arame sob um tira de tecido costurada.

Como fazer uma máscara caseira - passo 7

Passo 7

Puxe as fitas pelo vão para virar a máscara do avesso, expondo o lado principal para fora e escondendo as costuras.

Como fazer uma máscara caseira - passo 8

Passo 8

Finalize costurando o buraco que ficou aberto para passagem das fitas.

Como fazer uma máscara caseira - passo 9

Passo 9

Amarre as fitas atrás da cabeça. Ao colocar a máscara, certifique-se de que o nariz, a boca e o queixo estão cobertos. Para crianças, considere fazer desenhos ou usar estampas lúdicas.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 1

Cuidados especiais

Não deixe a máscara ficar úmida, pois isso irá facilitar a passagem do vírus e proliferação de bactérias. Lave a máscara após cada uso ou a cada duas horas. Dê preferência à água quente e detergente. Seque à luz do sol.

Cuidados especiais com a máscara caseira - dica 2

Uso individual

As máscaras são de uso individual e não familiar. Tenha várias para sempre ter uma limpa enquanto as outras estão sendo lavadas ou secando. Não toque a máscara durante o uso. Se tocar, lave imediatamente as mãos.

A diretriz da OMS está baseada, em parte, na preocupação de que o consumo desenfreado de máscaras pela população em geral provoque a falta do produto para quem mais precisa. Ou seja, a ideia é priorizar o uso onde ele é mais importante, seja reduzindo a propagação do vírus por pessoas que já estão infectadas ou protegendo aquelas que estão muito expostas.

As lacunas não respondidas já começam a ser debatidas. Uma delas, é a impossibilidade de se identificar pessoas infectadas mas que ainda não desenvolveram sintomas ou que nunca os desenvolverão mas que mesmo assim transmitem a doença.

Propagação pode ser reduzida

No Brasil, pessoas com sintomas leves de coronavírus, como coriza e febre baixa, não fazem teste para Covid-19 e, consequentemente, também não são orientadas a usar máscara para proteger familiares. E mesmo as que fazem os exames precisam esperar dias para saber se estão infectadas ou não.

A propagação do vírus por essas pessoas poderia ser reduzida se toda a população usasse máscaras. Jornais americanos, como o New York Times e o Washington Post, e o britânico The Guardian já defendem o uso de máscaras por toda a população e estão ensinando seus leitores a fabricar suas próprias máscaras em casa.

A solução "faça você mesmo" é interessante porque impede que uma corrida desenfreada à farmácias cause uma crise de oferta e permite o acesso geral à proteção, visto que no Brasil já é praticamente impossível encontrar o produto à venda.

Redução de microrganismos expelidos

Dois estudos publicados em revistas científicas atestam a eficácias de máscaras caseiras na proteção contra a gripe, que é transmitida de forma muito semelhante ao vírus da Covid-19 . Elas não protegem tão bem quanto uma máscara cirúrgica comum, e menos ainda que a N95, mas não ficam muito atrás.

Um dos estudos, produzido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, atesta que máscaras caseiras reduzem significativamente o número de microrganismos expelidos, embora uma máscara cirúrgica seja três vezes mais eficiente em bloquear transmissões.

O estudo também atesta diferentes graus de proteção dependendo do material utilizado. Toalhas de cozinha e saco de aspirador são mais eficientes, mas dificultam a respiração. O mais indicado é usar tecidos de algodão, como o de camisetas ou de roupas de cama. Quanto mais densa a malha, melhor.

Outro estudo, financiado pelo Ministério da Saúde da Holanda, atesta que máscaras caseiras oferecem proteção significativa, embora menos eficientes que máscaras cirúrgicas. O estudo também destaca que elas não sofrem de escassez de fornecimento, nem precisam de recursos adicionais para serem produzidas em larga escala.

Fonte: Folha de São Paulo.